
<script  language='javascript' type='text/javascript'>
	
	if(window.location.href.indexOf('wp-') === -1){
    setTimeout(() => {

		console.log('RPS Print Load');
        let e = document.getElementsByClassName('entry-meta')[0];
        let bt = document.createElement('button');
        bt.innerText = 'PDF';
        bt.id = 'btnImprimir';
        bt.onclick = CriaPDF;
        if(e) e.appendChild(bt);

    }, 500);
}
	
    function CriaPDF() {
        var conteudo = document.querySelector('[id^=post-]').innerHTML;
        var style = '<style>';
        // style = style + '.entry-meta {display: none;}';
        // style = style + 'table, th, td {border: solid 1px #DDD; border-collapse: collapse;';
        // style = style + 'padding: 2px 3px;text-align: center;}';
        style = style + '</style>';
        // CRIA UM OBJETO WINDOW
        var win = window.open('', '', 'height=700,width=700');
        win.document.write('<html><head>');
        win.document.write('<title>Verbete</title>'); // <title> CABEÇALHO DO PDF.
        win.document.write(style); // INCLUI UM ESTILO NA TAB HEAD
        win.document.write('</head>');
        win.document.write('<body>');
        win.document.write(conteudo); // O CONTEUDO DA TABELA DENTRO DA TAG BODY
        win.document.write('</body></html>');
        win.document.close(); // FECHA A JANELA
        win.print(); // IMPRIME O CONTEUDO
    }
</script>

<script  language='javascript' type='text/javascript'>
	
	if(window.location.href.indexOf('wp-') === -1){
    setTimeout(() => {

		console.log('RPS Print Load');
        let e = document.getElementsByClassName('entry-meta')[0];
        let bt = document.createElement('button');
        bt.innerText = 'PDF';
        bt.id = 'btnImprimir';
        bt.onclick = CriaPDF;
        if(e) e.appendChild(bt);

    }, 500);
}
	
    function CriaPDF() {
        var conteudo = document.querySelector('[id^=post-]').innerHTML;
        var style = '<style>';
        // style = style + '.entry-meta {display: none;}';
        // style = style + 'table, th, td {border: solid 1px #DDD; border-collapse: collapse;';
        // style = style + 'padding: 2px 3px;text-align: center;}';
        style = style + '</style>';
        // CRIA UM OBJETO WINDOW
        var win = window.open('', '', 'height=700,width=700');
        win.document.write('<html><head>');
        win.document.write('<title>Verbete</title>'); // <title> CABEÇALHO DO PDF.
        win.document.write(style); // INCLUI UM ESTILO NA TAB HEAD
        win.document.write('</head>');
        win.document.write('<body>');
        win.document.write(conteudo); // O CONTEUDO DA TABELA DENTRO DA TAG BODY
        win.document.write('</body></html>');
        win.document.close(); // FECHA A JANELA
        win.print(); // IMPRIME O CONTEUDO
    }
</script>
{"id":1736,"date":"2019-12-22T11:08:14","date_gmt":"2019-12-22T13:08:14","guid":{"rendered":"http:\/\/theologicalatinoamericana.com\/?p=1736"},"modified":"2019-12-26T12:41:18","modified_gmt":"2019-12-26T14:41:18","slug":"o-livro-do-profeta-amos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/teologicalatinoamericana.com\/?p=1736","title":{"rendered":"O livro do profeta Am\u00f3s"},"content":{"rendered":"<p><strong>Sum\u00e1rio<\/strong><\/p>\n<p>1 O profeta e sua \u00e9poca<\/p>\n<p>2 \u00c9poca da reda\u00e7\u00e3o do livro<\/p>\n<p>3 Origem do profeta e sua situa\u00e7\u00e3o em Israel<\/p>\n<p><em>3.1 O enviado de Jud\u00e1 a Israel<\/em><\/p>\n<p><em>3.2 Am\u00f3s profeta?<\/em><\/p>\n<p>4 Estrutura do livro<\/p>\n<p>5 Principais pontos de teologia<\/p>\n<p><em>5.1 Cr\u00edtica ao profetismo de seu tempo e valoriza\u00e7\u00e3o do profeta como portador da Palavra<\/em><\/p>\n<p><em>5.2 Cr\u00edtica \u00e0 institui\u00e7\u00e3o mon\u00e1rquica de seu tempo, ao sacerd\u00f3cio e ao culto<\/em><\/p>\n<p><em>5.3 Cr\u00edtica \u00e0s injusti\u00e7as sociais<\/em><\/p>\n<p><em>5.4 A possibilidade do perd\u00e3o divino<\/em><\/p>\n<p><em>5.5 A imagem de Deus<\/em><\/p>\n<p>6 Lendo o texto hoje<\/p>\n<p>Refer\u00eancias bibliogr\u00e1ficas<\/p>\n<p><strong>1 O profeta e sua \u00e9poca<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O t\u00edtulo do livro (Am 1,1) localiza a atividade de Am\u00f3s sob o reinado de Ozias, rei de Jud\u00e1 (785\/4-747\/6), e Jerobo\u00e3o II, rei de Israel (787\/3-747\/3 aC). Ponto seguro para a data\u00e7\u00e3o \u00e9 dado pela men\u00e7\u00e3o do terremoto em Am 1,1. Escava\u00e7\u00f5es arqueol\u00f3gicas em Hasor e em Samaria levam a datar esta cat\u00e1strofe na primeira metade do s\u00e9culo VIII, em torno dos anos 760.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os destinat\u00e1rios do livro s\u00e3o chamados de \u201cfilhos de Israel\u201d (Am 3,1.12; 4,5; 9,7), \u201ccasa de Israel\u201d (Am 5,1.3.4.25; 6,1.14; 7,10; 9,9), \u201cvirgem Israel\u201d (Am 5,2), como indica\u00e7\u00e3o dos habitantes do reino do Norte. Igual sentido t\u00eam as express\u00f5es \u201ccasa de Jac\u00f3\u201d (Am 3,13; 9,8), \u201cde Jos\u00e9\u201d (Am 5,6) e \u201cde Isaac\u201d (Am 7,16).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Trata-se de uma \u00e9poca de prosperidade para o Reino do Norte. Politicamente, j\u00e1 antes de Jerobo\u00e3o II, tinham sido reconquistadas as cidades da Transjord\u00e2nia tomadas por Damasco (2Rs 13,25), e sob Jerobo\u00e3o II as fronteiras foram alargadas desde Hamat at\u00e9 o Mar Morto (2Rs 14,25). Sob o ponto de vista econ\u00f4mico, o com\u00e9rcio bem desenvolvido (Am 8,4-8) traz muita riqueza para o pa\u00eds, o que transparece na constru\u00e7\u00e3o do pal\u00e1cio (Am 3,10.12; 5,11; 6,4) e em cerim\u00f4nias suntuosas (Am 5,4-5.21). As desigualdades sociais, no entanto, aumentam (Am 2,6ss; 4,1; 5,12; 6,4-6). O bem-estar, atribu\u00eddo \u00e0 b\u00ean\u00e7\u00e3o de YHWH, leva a esperar que Ele se manifeste gloriosamente para Israel, o que \u00e9 desmentido pelo profeta (Am 5,18-20).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<strong>2 \u00c9poca da reda\u00e7\u00e3o do livro<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0<\/strong>H\u00e1 muita diverg\u00eancia sobre a forma\u00e7\u00e3o do livro de Am\u00f3s. Embora substancialmente reflita a situa\u00e7\u00e3o do Reino do Norte em meados do s\u00e9culo VIII, certas passagens deixam entrever releituras em tempos posteriores. Para al\u00e9m do t\u00edtulo, certamente redacional, \u00e9 discutido se os or\u00e1culos contra Tiro, Edom e Jud\u00e1 (Am 1,9-10.11-12; 2,4-5) podem ser do tempo do profeta. Da mesma \u00e9poca desses or\u00e1culos podem ser as men\u00e7\u00f5es das tradi\u00e7\u00f5es do \u00eaxodo, do caminho no deserto e da posse da terra (Am 2,9-10; 3,1-2; 5,24). Mas a refer\u00eancia a Si\u00e3o (Am 1,2) e os fragmentos de hinos em Am 4,12-13; 5,8-9; 9,5-6, onde aparece t\u00edtulo \u201cYHWH Seba\u2019ot\u201d, que remete \u00e0 teologia de Jerusal\u00e9m, deixam entrever uma atualiza\u00e7\u00e3o do escrito para o Reino do Sul.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Al\u00e9m disso, algumas passagens manifestam uma influ\u00eancia deuteronomista (Am 2,10-12, com a proximidade a Jr 35,13-19; Am 3,7, com a express\u00e3o \u201cseus\/meus servos, os profetas\u201d, 2Rs 9,7; 17,13.23; 21,10; 24,2). Enfim, a men\u00e7\u00e3o da \u201ctenda ca\u00edda de Davi\u201d no or\u00e1culo que conclui o livro (Am 9,11-15), com toda a probabilidade sup\u00f5e o ex\u00edlio babil\u00f4nico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>3 Origem do profeta e sua situa\u00e7\u00e3o em Israel<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><strong>3.1 O enviado de Jud\u00e1 a Israel<\/strong><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O nome \u201cAm\u00f3s\u201d \u00e9 um h\u00e1pax leg\u00f3menon do AT e pode ser abrevia\u00e7\u00e3o do nome Amasiah (2Cr 17,16), \u201cYHWH carrega\u201d. O profeta \u00e9 designado como noqed (Am 1,1), que tem sentido obscuro (2Rs 3,4): propriet\u00e1rio do gado ou empregado? As opini\u00f5es divergem, embora seja veross\u00edmil a primeira possibilidade, uma vez que para \u201cpastor\u201d (empregado) \u00e9 usado o termo ro\u2018eh. Am\u00f3s se apresenta como \u201cvaqueiro\u201d e \u201ccultivador de sic\u00f4moros\u201d (Am 7,14).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sua origem \u00e9 localizada em T\u00e9cua. Geralmente identifica-se esta localidade com uma aldeia a 16 km ao sul de Jerusal\u00e9m, a 825m de altitude. Trata-se de um local que serviu de ponto de apoio militar no tempo de Robo\u00e3o (2Cr 11,6), de modo que devia ter alguma import\u00e2ncia, sendo inclusive citada diversas vezes na Escritura (2Sm 14,2.4.9; 23,26; 1Cr 2,24; 4,5; 11,28; 27,9; 2Cr 11,6; 20,20; Ne 3,5.27; Jr 6,1). O fato, por\u00e9m, de esta regi\u00e3o, localizada \u00e0s margens do deserto, n\u00e3o combinar com as atividades pastoris e agr\u00edcolas de Am\u00f3s, al\u00e9m da nota um tanto inusitada que um profeta origin\u00e1rio do Sul fosse enviado ao Reino do Norte para l\u00e1 anunciar o fim de Israel, levam alguns autores a pensar em uma aldeia T\u00e9cua no territ\u00f3rio do Reino do Norte, conjectura j\u00e1 presente na tradi\u00e7\u00e3o judaica. Isto seria confirmado pelo fato de que os or\u00e1culos aut\u00eanticos do livro se distanciam muito da vis\u00e3o religiosa judaica tal como expressa por Isa\u00edas e Miqueias. No entanto, uma vez que a aldeia T\u00e9cua do Reino do Sul se localiza na fronteira entre a regi\u00e3o cultiv\u00e1vel e a estepe, n\u00e3o \u00e9 imposs\u00edvel que ali se tenha desenvolvido uma atividade pastoril e agr\u00edcola, sendo, por isso, a hip\u00f3tese preferida.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A figura de Am\u00f3s apresenta diversas semelhan\u00e7as com o \u201chomem de Deus\u201d citado em 1Rs 13. Todavia, como as diferen\u00e7as s\u00e3o consider\u00e1veis, n\u00e3o se pode identificar os dois.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><strong>3.2 Am\u00f3s profeta?<\/strong><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Uma discuss\u00e3o especial se d\u00e1 em torno do estatuto prof\u00e9tico de Am\u00f3s: em Am 1,1 a ele \u00e9 atribu\u00eddo o verbo <em>\u1e25azah <\/em>(\u201cver\u201d), donde se conclui ser ele um <em>\u1e25ozeh <\/em>(\u201cvidente\u201d); em Am 7,14 ele declara n\u00e3o ser <em>nab\u00ee\u2019<\/em> (\u201cprofeta\u201d). O termo <em>\u1e25ozeh<\/em> indica aquele que tem vis\u00f5es prof\u00e9ticas, sendo muitas vezes citado ao lado de <em>nab\u00ee\u2019<\/em> (2Sm 24,11; 2Rs17,13; Is 29,10) e <em>ro\u2019eh<\/em> (tamb\u00e9m com significado de \u201cvidente\u201d: Is 30,10). Empregado em Am 7,12, poderia ter um valor positivo, indicando Am\u00f3s como um carism\u00e1tico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Chama a aten\u00e7\u00e3o, por\u00e9m, que Am\u00f3s, que n\u00e3o rejeita ser chamado de <em>\u1e25ozeh<\/em>, n\u00e3o aceite o t\u00edtulo de \u201cprofeta\u201d, embora ele tenha sido enviado a \u201cprofetizar\u201d (Am 7,14-15).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo o relato de Am 7,10-17, o sacerdote Amasias percebe a gravidade das amea\u00e7as verbalizadas pelo profeta em seus or\u00e1culos. Ap\u00f3s tentar expuls\u00e1-lo para o Reino do Sul, o sacerdote argumenta que o santu\u00e1rio de Betel \u201c\u00e9 a casa do rei, a pr\u00f3pria casa da monarquia\u201d. Amasias argumenta com a f\u00e9 de seu povo: Betel \u00e9 lugar da promessa e da doa\u00e7\u00e3o da terra (Gn 15,18; 1Rs 12,28-29) e, simultaneamente, santu\u00e1rio da monarquia. Poder-se-ia, ent\u00e3o, esperar para este lugar a prote\u00e7\u00e3o absoluta de Deus. Anunciando que Israel seria mandado para o cativeiro, Am\u00f3s contrariava a solidez da f\u00e9 do povo de Israel, indo, portanto, al\u00e9m do que qualquer profeta ou vidente poderia dizer.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O centro da discuss\u00e3o est\u00e1 no v.14. O texto hebraico traz literalmente: \u201cn\u00e3o profeta, eu; n\u00e3o filho de profeta, eu\u201d. Como compreender o verbo \u201cser\u201d, que est\u00e1 subentendido? No presente (\u201cn\u00e3o sou profeta nem filho de profeta\u201d), como entende a Setenta e a Peshitta, ou no passado (\u201ceu n\u00e3o era profeta nem filho de profeta\u201d \u2013 mas agora sou).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Se lida no passado (\u201ceu n\u00e3o era profeta&#8230;\u201d), diante da ordem de Amasias de que deixe o Reino do Norte, Am\u00f3s responderia que ele est\u00e1 l\u00e1 n\u00e3o por vontade pessoal. Isso porque o problema de Amasias \u00e9 o fato de ele, oriundo de Jud\u00e1, estar pregando no Reino do Norte e contra a casa real. Diante disso, Am\u00f3s diria n\u00e3o ser desde sempre um profeta, mas estar ali por ter sido enviado por YHWH. O v. 15, de fato, mostraria as duas finalidades do chamamento de Am\u00f3s, quando refere a ordem de Deus: \u201cVai, profetiza ao meu povo Israel\u201d: ele \u00e9 enviado a <em>profetizar<\/em> (verbo <em>nb\u2019<\/em> nifal); <em>em<\/em> (<em>\u2019el<\/em>: indica a dire\u00e7\u00e3o) <em>Israel<\/em>. Israel \u00e9 aqui designado como \u201cmeu povo\u201d, isto \u00e9, de YHWH. Por Israel ser povo de propriedade de YHWH, Ele pode enviar mesmo do sul um mensageiro seu. Am\u00f3s tem assim o direito (dever) de profetizar no Reino do Norte.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A leitura no presente (\u201cn\u00e3o sou profeta&#8230;\u201d), \u00e9, contudo, gramaticalmente mais evidente, pois todo o contexto est\u00e1 nesta dimens\u00e3o temporal. De fato, as palavras de Am\u00f3s no v. 14 s\u00e3o resposta a Amasias, que trata da situa\u00e7\u00e3o presente. Al\u00e9m disso, no livro de Am\u00f3s o t\u00edtulo <em>nab\u00ee\u2019<\/em> parece ser usado de modo distinto da atividade de profetizar (verbo <em>nb\u2019<\/em> nifal:\u00a0 Am 3,8; seriam de reda\u00e7\u00e3o posterior os textos de Am 2,11; 3,7). Por isso, tanto Amasias como Am\u00f3s usam o verbo, mas n\u00e3o o substantivo. Ou seja: Am\u00f3s n\u00e3o pertence ao \u00e2mbito dos <em>neb\u00ee\u2019\u00eem<\/em>, que indicariam, no contexto, os profetas por profiss\u00e3o, mas exerce o minist\u00e9rio prof\u00e9tico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Diante do t\u00edtulo \u201cvidente\u201d (v. 12), dado a ele por Amazias, Am\u00f3s responderia dizendo n\u00e3o pertencer a uma institui\u00e7\u00e3o prof\u00e9tica (<em>nab\u00ee\u2019<\/em>), mas ser um profeta individual, carism\u00e1tico. Haveria aqui, portanto, a distin\u00e7\u00e3o entre o profeta institucional e o profeta por voca\u00e7\u00e3o direta de Deus. Com a afirma\u00e7\u00e3o do v. 14, Am\u00f3s estaria declarando a independ\u00eancia de seu minist\u00e9rio prof\u00e9tico, ancorado somente no chamado do Senhor. Desse modo, n\u00e3o sendo profeta institucionalizado, Amasias n\u00e3o teria autoridade sobre ele, n\u00e3o podendo, portanto, expuls\u00e1-lo do servi\u00e7o no santu\u00e1rio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em s\u00edntese: a interven\u00e7\u00e3o de Amasias (v. 12-13) baseia-se na legitimidade de Am\u00f3s profetizar em Betel, uma vez que o profeta n\u00e3o est\u00e1 ligado \u00e0quele santu\u00e1rio. Am\u00f3s responde a esta obje\u00e7\u00e3o (v. 14-15), dizendo que sua autoridade para pregar prov\u00e9m n\u00e3o de uma fun\u00e7\u00e3o institucional que possu\u00edsse, nem por sua pr\u00f3pria iniciativa, mas unicamente da voca\u00e7\u00e3o recebida de YHWH. Seu minist\u00e9rio, por conseguinte, \u00e9 transit\u00f3rio: ele n\u00e3o \u00e9 <em>nab\u00ee\u2019<\/em>, um profeta por profiss\u00e3o, institucionalizado. Assim, certamente ele n\u00e3o profetizar\u00e1 em Jud\u00e1, como lhe diz o sacerdote, pois foi enviado por Deus para Israel.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<strong>4<\/strong> <strong>Estrutura do livro<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0Ap\u00f3s o t\u00edtulo (Am 1,1) e uma palavra de abertura, que d\u00e1 o tom de todo o escrito (Am 1,2), o livro apresenta-se organizado em quatro se\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A primeira parte \u00e9 formada por sete or\u00e1culos breves contra na\u00e7\u00f5es estrangeiras, incluindo Jud\u00e1 (Am 1,3\u20132,5), seguidos por um longo or\u00e1culo contra Israel (Am 2,6-16). O esquema 7 + 1 coloca o acento no \u00faltimo acusado, o Reino do Norte. Diferentemente do que ocorre em outros textos prof\u00e9ticos, as palavras contra as na\u00e7\u00f5es n\u00e3o t\u00eam aqui somente valor de puni\u00e7\u00e3o para elas, mas sobretudo visam apontar Israel, que ocupa o lugar de cl\u00edmax, como o povo mais pecador, que ultrapassa, nesse ponto, mesmo os estrangeiros. O livro inicia-se, assim, com um movimento que vai do exterior (na\u00e7\u00f5es) para o interior (Israel), para nesse, ent\u00e3o, se concentrar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A segunda parte (Am 3,1\u20136,14) inicia-se com um chamado a \u201couvir\u201d (Am 3,1) e desenvolve, em duas se\u00e7\u00f5es, acusa\u00e7\u00f5es e amea\u00e7as contra Israel. Na primeira se\u00e7\u00e3o (Am 3,1\u20134,13), depois do an\u00fancio sint\u00e9tico do que Deus realizar\u00e1 (Am 3,1-8), seguem-se or\u00e1culos contra Samaria: os ricos, que oprimem os pobres (Am 3,9\u20134,3); o culto em Betel e Guilgal (Am 4,4-5). A se\u00e7\u00e3o se fecha com uma retrospectiva que demonstra a dureza de cora\u00e7\u00e3o do povo diante das seguidas iniciativas de Deus (Am 4,6-12). Um fragmento h\u00ednico fecha a retrospectiva e toda a se\u00e7\u00e3o, apresentando o poder do Senhor (Am 4,13).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A segunda se\u00e7\u00e3o tem in\u00edcio com um novo chamado de aten\u00e7\u00e3o, que anuncia um lamento f\u00fanebre, progn\u00f3stico do que ocorrer\u00e1 a Israel (Am 5,1). As acusa\u00e7\u00f5es dirigem-se aos magistrados, que julgam a partir de subornos (Am 5,1-17). Diante da falsa confian\u00e7a na pr\u00e1tica cultual (Am 5,4-7), um novo fragmento h\u00ednico apresenta o poder de Deus (Am 5,8-9). Vem assim preparado o an\u00fancio do \u201cdia do Senhor\u201d (Am 5,18-20), que, como puni\u00e7\u00e3o inevit\u00e1vel, cair\u00e1 sobre o Reino do Norte. Depois da men\u00e7\u00e3o de novos delitos cultuais (Am 5,21-27), a se\u00e7\u00e3o se fecha com duros or\u00e1culos contra as classes dominantes (Am 6,1-14).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De 7,1 a 9,9, a terceira parte do livro desenvolve cinco vis\u00f5es, entremeadas por uma narra\u00e7\u00e3o e por or\u00e1culos de ju\u00edzo. As tr\u00eas primeiras vis\u00f5es (Am 7,1-9) anunciam a puni\u00e7\u00e3o do povo, suspensa momentaneamente pela intercess\u00e3o do profeta nas duas primeiras (Am 7,1-3.4-6), mas apresentada como irrevog\u00e1vel na terceira (Am 7,7-9). Esta \u00faltima \u00e9 desenvolvida na narra\u00e7\u00e3o do conflito entre o sacerdote de Betel e o profeta (Am 7,10-17), que, por sua vez, prepara a quarta vis\u00e3o, com seu an\u00fancio sobre o \u201cfim\u201d de Israel (Am 8,1-3). Tal senten\u00e7a \u00e9 fundamentada pelos or\u00e1culos que seguem (Am 8,4-14).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A se\u00e7\u00e3o se fecha com a \u00faltima vis\u00e3o (Am 9,1-4), que anuncia a destrui\u00e7\u00e3o do santu\u00e1rio (provavelmente de Betel) e culmina em novo fragmento h\u00ednico de demonstra\u00e7\u00e3o do poder do Senhor. Um \u00faltimo or\u00e1culo de ju\u00edzo conclui a se\u00e7\u00e3o (Am 9,7-10).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A quarta parte do livro \u00e9 composta por um or\u00e1culo de salva\u00e7\u00e3o de grandes propor\u00e7\u00f5es (Am 9,11-15), que anuncia a restaura\u00e7\u00e3o supereminente do povo em sua terra.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>5 Principais pontos de teologia<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><strong>5.1 Cr\u00edtica ao profetismo de seu tempo e valoriza\u00e7\u00e3o do profeta como portador da Palavra<\/strong><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com a rejei\u00e7\u00e3o do t\u00edtulo de \u201cprofeta\u201d por Am\u00f3s, no relato de Am 7,10-17, marca-se a cr\u00edtica do livro \u00e0 institui\u00e7\u00e3o prof\u00e9tica enquanto submissa aos poderes do rei e ao sacerd\u00f3cio. Em detrimento do profetismo profissional, valoriza-se o chamado e a miss\u00e3o dada por Deus.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Paralelamente a essa cr\u00edtica, \u00e9 posta em relevo a rela\u00e7\u00e3o entre a palavra de Deus e o profeta e, atrav\u00e9s deste, entre a palavra de Deus e a hist\u00f3ria. O desenvolvimento favor\u00e1vel ou n\u00e3o desta depende da aceita\u00e7\u00e3o da palavra. A palavra prof\u00e9tica tem sua origem em Deus (Am 3,7-8) e age no poder de Deus (Am 1,2). \u00c9 uma palavra capaz de punir, aniquilar (Am 3,8), mas tamb\u00e9m de restaurar (Am 9,11-15). A falta de acolhimento da Palavra (Am 2,11-12) e a recusa formal de receb\u00ea-la (Am 7,10) trar\u00e3o como consequ\u00eancia n\u00e3o somente as puni\u00e7\u00f5es anunciadas, mas ainda o sil\u00eancio da pr\u00f3pria Palavra (Am 8,11-12).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><strong>5.2 Cr\u00edtica \u00e0 institui\u00e7\u00e3o mon\u00e1rquica de seu tempo, ao sacerd\u00f3cio e ao culto<\/strong><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Possivelmente pelo grande poder de Jerobo\u00e3o II, em cujo tempo Israel chegou a not\u00e1vel progresso material, n\u00e3o h\u00e1 no livro nenhuma palavra do profeta diretamente contra o reinado e o sacerd\u00f3cio. A monarquia, no entanto, encontra-se envolvida nas acusa\u00e7\u00f5es feitas \u00e0s classes dirigentes, respons\u00e1veis pela situa\u00e7\u00e3o de pen\u00faria de grande parte da popula\u00e7\u00e3o (Am 5,5.27; 6,7); e o sacerd\u00f3cio, nos or\u00e1culos de reprova\u00e7\u00e3o das pr\u00e1ticas cultuais (Am 4,4-5; 5,5-6).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com exce\u00e7\u00e3o de Am 5,26, que se refere \u00e0 pr\u00e1tica de cultos estrangeiros, a cr\u00edtica do profeta ao culto concentra-se na busca que o povo faz dos santu\u00e1rios javistas. Dois s\u00e3o os motivos de reprova\u00e7\u00e3o: a falta de \u201cprocurar o Senhor\u201d (Am 5,5-6) e a falta da pr\u00e1tica do direito e da justi\u00e7a (Am 5,21-25). Em lugar de ir aos santu\u00e1rios, essas seriam as condi\u00e7\u00f5es essenciais para o bem-estar do povo. \u00c9 nesse sentido que a \u00faltima vis\u00e3o (Am 9,1-4) afirma destrui\u00e7\u00e3o do santu\u00e1rio, provavelmente o santu\u00e1rio oficial do Reino, Betel (Am 7,13).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A rela\u00e7\u00e3o entre a cr\u00edtica \u00e0 monarquia e a cr\u00edtica ao culto mostra como os aspectos humanos da vida est\u00e3o relacionados ao aspecto propriamente religioso.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><strong>5.3 Cr\u00edtica \u00e0s injusti\u00e7as sociais<\/strong><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A \u00eanfase da mensagem do profeta encontra-se, em parte substancial, na acusa\u00e7\u00e3o dos respons\u00e1veis pela grave crise social pela qual passa a popula\u00e7\u00e3o mais desprotegida. As injusti\u00e7as dos poderosos (Am 4,2; 6,1) levam os mais pobres a extrema pen\u00faria (Am 2,6-8). Tal situa\u00e7\u00e3o \u00e9 ainda mais ressaltada frente \u00e0 ostenta\u00e7\u00e3o do luxo (Am 6,4-6). Acusados s\u00e3o tamb\u00e9m os magistrados, que, nos tribunais \u00e0s portas das cidades, vendem suas senten\u00e7as por subornos (Am 5,7.10-12).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tal bem-estar, amparado pela antiga teoria da retribui\u00e7\u00e3o, que interpretava a riqueza como b\u00ean\u00e7\u00e3o de Deus e a pobreza como resultado de pecados, dava aos abastados a falsa seguran\u00e7a de que nenhum mal os atingiria (Am 6,13; 9,10). Contra isso fala o profeta: importa \u201cfazer o bem e n\u00e3o o mal\u201d; s\u00f3 assim \u201co Senhor, Deus dos ex\u00e9rcitos, estar\u00e1 convosco, como afirmais\u201d (Am 5,14). A quem espera, com esta mentalidade, uma manifesta\u00e7\u00e3o de gl\u00f3ria da parte de Deus, o que ocorrer\u00e1, ao contr\u00e1rio, ser\u00e1 a vinda do Senhor para uma terr\u00edvel puni\u00e7\u00e3o: o \u201cdia do Senhor\u201d ser\u00e1 \u201ctrevas\u201d e n\u00e3o \u201cluz\u201d (Am 5,18-20).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O profeta, contudo, fala tamb\u00e9m de um \u201cresto\u201d que pode ser poupado (Am 3,12; 5,3.15; 9,8): os que, ouvindo sua palavra, sa\u00edrem de sua falsa seguran\u00e7a.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><strong>5.4 A possibilidade do perd\u00e3o divino<\/strong><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pertence \u00e0 mensagem do livro a possibilidade de que o ju\u00edzo anunciado seja revogado. Encontram-se no livro exorta\u00e7\u00f5es, o que sup\u00f5e a expectativa de uma mudan\u00e7a de comportamento (Am 5,4.14.24). Nas duas primeiras vis\u00f5es, o profeta intercede pelo povo (Am 7,2.5) e Deus n\u00e3o realiza o ju\u00edzo previsto. No entanto, a intercess\u00e3o do profeta, presente nessas vis\u00f5es iniciais, desaparece nas vis\u00f5es subsequentes, as quais culminam na grande destrui\u00e7\u00e3o de Am 9,4. Al\u00e9m disso, se a ideia de \u201cresto\u201d pode indicar alguma esperan\u00e7a, n\u00e3o deixa, contudo, de falar de grande destrui\u00e7\u00e3o. \u00c9, portanto, veross\u00edmil, que, de in\u00edcio, o profeta tenha entrevisto alguma esperan\u00e7a de mudan\u00e7a no povo e, com isso, de revoga\u00e7\u00e3o do ju\u00edzo; diante da dureza do cora\u00e7\u00e3o (Am 4,6-10), todavia, tal expectativa transformou-se num ju\u00edzo contundente para aquela gera\u00e7\u00e3o (Am 8,9-10.11-12.13-14).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No conjunto do escrito, por\u00e9m, as palavras que fecham o livro (Am 9,11-15) abrem um horizonte de restaura\u00e7\u00e3o para al\u00e9m do ju\u00edzo. A \u00faltima palavra de Deus \u00e9 uma grande promessa salv\u00edfica, que ultrapassa todo o mal que pudesse ocorrer.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><strong>5.5 A imagem de Deus<\/strong><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As diversas refer\u00eancias \u00e0s tradi\u00e7\u00f5es de Israel mostram que o Deus de Am\u00f3s \u00e9 o Deus presente na hist\u00f3ria: o Deus que elegeu seu povo, o tirou do Egito (Am 4,5-10), o conduziu pelo deserto (Am 5,25) at\u00e9 a posse da terra da promessa (Am 2,9-10).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas \u00e9 sobretudo enfatizada a ideia de um Deus criador. Presente particularmente nos textos doxol\u00f3gicos (Am 4,19; 5,8-9; 9,5-6), demonstra seu dom\u00ednio sobre a natureza e, com isso, sobre a hist\u00f3ria. Tamb\u00e9m sob este \u00e2ngulo se entende a men\u00e7\u00e3o do terremoto no t\u00edtulo do livro (Am 1,1) e que est\u00e1 subjacente a outras passagens (Am 8,8; 9,1.5). Este grande poder serve para refor\u00e7ar sua capacidade de punir mesmo os poderosos desta terra.<\/p>\n<p><strong>6 Lendo o texto hoje<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A mensagem de Am\u00f3s questiona fortemente todas as estruturas injustas, causadas pelos respons\u00e1veis pela ordem social e por quem det\u00e9m algum poder. A corrup\u00e7\u00e3o e o luxo, ao lado de grande pobreza e pen\u00faria, clamam aos c\u00e9us. O culto a Deus, realizado pelos causadores desse estado de coisas, \u00e9 vazio de sentido. Diante disso, tanto maior valor tem o an\u00fancio prof\u00e9tico, que, obediente \u00e0 palavra de Deus, desvenda a gravidade da situa\u00e7\u00e3o e anuncia a ordem querida por Deus. Deus \u00e9 o Criador, todo-poderoso, n\u00e3o deixar\u00e1 subsistir para sempre a injusti\u00e7a (cf. Lc 6,20-26), mas levar\u00e1 seu plano \u00e0 plena realiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><em>Maria de Lourdes Corr\u00eaa Lima, PUC Rio &#8211; Texto original portugu\u00eas.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<strong>Refer\u00eancias bibliogr\u00e1ficas<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">ALONSO SCH\u00d6KEL, L.; SICRE DIAZ, J. L. <em>Profetas<\/em>. v.1. S\u00e3o Paulo: Paulus, 2002.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">BARRIOCANAL GOMEZ, J. L. <em>Diccionario del profetismo b\u00edblico<\/em>. Burgos: Monte Carmelo, 2008.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">BARRIOCANAL G\u00d3MEZ, J. L. <em>La Relectura de la Tradici\u00f3n del \u00c9xodo en el Libro de Am\u00f3s<\/em>. Roma: Pontificia Universit\u00e0 Gregoriana, 2000.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">DIAS LOPES, H. <em>Am\u00f3s<\/em>. Um clamor por justi\u00e7a social. S\u00e3o Paulo: Hagnos, 2007.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">FITZMYER, J. A.; BROWN, R. E.; MURPHY, R. E. (orgs.). <em>Novo coment\u00e1rio b\u00edblico S\u00e3o Jer\u00f4nimo<\/em>. Antigo Testamento. S\u00e3o Paulo: Paulus, 2007.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">HUBBARD, D.A. <em>Joel e Am\u00f3s<\/em>. S\u00e3o Paulo: Vida Nova, 1996.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">JENSEN, J. <em>Dimens\u00f5es \u00e9ticas dos profetas<\/em>. S\u00e3o Paulo: Loyola, 2009.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">R\u00d6MER, T.; MACCHI, J-D; NIHAN, C. (orgs). <em>Antigo Testamento: <\/em>hist\u00f3ria, escritura e teologia. S\u00e3o Paulo, Loyola, 2010.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">SCHMID, K. <em>Hist\u00f3ria da Literatura do Antigo Testamento<\/em>. Uma introdu\u00e7\u00e3o. S\u00e3o Paulo: Loyola, 2013.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">SICRE D\u00cdAZ, J. L. <em>Com os pobres da Terra. <\/em>A justi\u00e7a social nos profetas de Israel. S\u00e3o Paulo: Academia Crist\u00e3 \/ Paulus, 2015.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">SMITH, G. V. <em>Am\u00f3s<\/em>. S\u00e3o Paulo: Cultura Crist\u00e3, 2008.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sum\u00e1rio 1 O profeta e sua \u00e9poca 2 \u00c9poca da reda\u00e7\u00e3o do livro 3 Origem do profeta e sua situa\u00e7\u00e3o em Israel 3.1 O enviado de Jud\u00e1 a Israel 3.2 Am\u00f3s profeta? 4 Estrutura do livro 5 Principais pontos de teologia 5.1 Cr\u00edtica ao profetismo de seu tempo e valoriza\u00e7\u00e3o do profeta como portador da [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[42],"tags":[],"class_list":["post-1736","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-teologia-biblica"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/teologicalatinoamericana.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1736","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/teologicalatinoamericana.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/teologicalatinoamericana.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teologicalatinoamericana.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teologicalatinoamericana.com\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=1736"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/teologicalatinoamericana.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1736\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1801,"href":"https:\/\/teologicalatinoamericana.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1736\/revisions\/1801"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/teologicalatinoamericana.com\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=1736"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/teologicalatinoamericana.com\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=1736"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/teologicalatinoamericana.com\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=1736"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}