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{"id":154,"date":"2014-12-18T07:41:59","date_gmt":"2014-12-18T09:41:59","guid":{"rendered":"http:\/\/theologicalatinoamericana.com\/?p=154"},"modified":"2016-04-10T10:23:28","modified_gmt":"2016-04-10T13:23:28","slug":"a-esperanca-crista-escatologia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/teologicalatinoamericana.com\/?p=154","title":{"rendered":"A Esperan\u00e7a Crist\u00e3 (Escatologia)"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Sum\u00e1rio<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">1 Quest\u00f5es introdut\u00f3rias<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">2 A esperan\u00e7a crist\u00e3 e a escatologia<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">2.1 A esperan\u00e7a crist\u00e3<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">2.2 Novas quest\u00f5es e novas problem\u00e1ticas<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">2.3 O Cristo ressuscitado como fonte e destino de toda esperan\u00e7a<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">3 Fundamenta\u00e7\u00e3o b\u00edblica<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">4 Reino de Deus<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">5 Ressurrei\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">5.1 A ressurrei\u00e7\u00e3o dos mortos<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">5.2 A parusia<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">5.3 A justi\u00e7a de Deus<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">6 Novo C\u00e9u e Nova Terra<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">7 Refer\u00eancias bibliogr\u00e1ficas<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>1 Quest\u00f5es introdut\u00f3rias<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por muito tempo, a escatologia foi designada como a <em>doutrina das coisas \u00faltimas<\/em>, como aquilo que deveria ser tratado no fim, quase como um ap\u00eandice, destinado ao <em>novo<\/em> que estaria por acontecer ao ser humano depois da sua morte. Seguramente, a escatologia n\u00e3o abandonou este discurso a respeito do fim e sobre esse novo que espera o ser humano e toda a cria\u00e7\u00e3o no seu futuro, contudo tece o seu labor, hoje, em outra perspectiva, marcada pela esperan\u00e7a crist\u00e3 que vive da experi\u00eancia do Cristo ressuscitado, em quem Deus realizou todas as coisas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A experi\u00eancia do ressuscitado gera em quem cr\u00ea uma esperan\u00e7a que transcende a pr\u00f3pria exist\u00eancia, abre-se agora ao novo que vem e invade e modifica todo o nosso ser. Vive-se uma f\u00e9 de advento. \u00c9 um encontro que nos faz novas criaturas e a esperan\u00e7a possibilita viver <em>j\u00e1<\/em> no presente esta expectativa futura, mesmo que em tens\u00e3o, pois aquilo que foi prometido <em>ainda n\u00e3o<\/em> se manifestou em plenitude (cf. 1Jo 3,2), o que nos coloca, neste tempo e nesta hist\u00f3ria, no andar da esperan\u00e7a; na esperan\u00e7a pela qual fomos salvos (cf. Rm 8,24). Vive-se isso de forma ativa. N\u00e3o se trata mais de um discurso antecipador e <em>informativo<\/em> do que vem ap\u00f3s o fim, mas de um discurso <em>performativo<\/em>, que provoca uma atitude, uma performance correspondente. O discurso escatol\u00f3gico ganha, pois, uma nova inten\u00e7\u00e3o com a esperan\u00e7a crist\u00e3.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>2 A esperan\u00e7a crist\u00e3 e a escatologia<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><em>2.1 A esperan\u00e7a crist\u00e3<\/em><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A f\u00e9 \u00e9 esperan\u00e7a (BENTO XVI, 2007, n.2), e a esperan\u00e7a crist\u00e3 \u00e9 a esperan\u00e7a da f\u00e9 (MOLTMANN, 2005, p.34). Por um lado, podemos garantir que a esperan\u00e7a \u00e9 uma virtude, logo ela n\u00e3o acontece apenas pelo \u00edmpeto humano, mas \u00e9 suscitada pelo pr\u00f3prio Deus, portanto, ela \u00e9 dom. Por outro lado, esta esperan\u00e7a que emana de Deus e toca o mais \u00edntimo do ser humano confronta-se com um mundo reverso no qual aquele que espera e vive dessa esperan\u00e7a sente-se desafiado a dar as suas raz\u00f5es. \u00c9 ter esperan\u00e7a contra toda a esperan\u00e7a (cf. Rm 4,18). Vista desta forma, a esperan\u00e7a crist\u00e3 provoca o ser humano a agir, coloca-o em movimento, para frente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Essa \u00e9 a melhor maneira de se entender hoje a esperan\u00e7a crist\u00e3 e aproxim\u00e1-la do discurso escatol\u00f3gico, fazendo isso de forma dial\u00e9tica, sem que a esperan\u00e7a apare\u00e7a como uma fuga do mundo rumo ao desconhecido e sem tamb\u00e9m que se perca na iman\u00eancia da hist\u00f3ria. Tendo como refer\u00eancia o Cristo ressuscitado \u2013 que na sua manifesta\u00e7\u00e3o aponta o crucificado e o caminho que ele percorreu \u2013 a esperan\u00e7a crist\u00e3 nunca ser\u00e1 uma fuga da hist\u00f3ria e das responsabilidades, mas sim, ao modo de uma f\u00e9 encarnada, um aut\u00eantico compromisso com tudo o que circula a nossa exist\u00eancia (PIAZZA, 2004, p.68). Faz valer no mundo a vontade de Deus e percebe, nesse mundo, os momentos de manifesta\u00e7\u00e3o de sua presen\u00e7a, tempos e momentos favor\u00e1veis da gra\u00e7a de Deus (<em>kair\u00f3s<\/em> \u2013 <em>kair\u00f3i<\/em>). A esperan\u00e7a ser\u00e1 sempre virtude (cf. 1Cor 13,13), porque vem de Deus e emana de sua vontade, sendo percept\u00edvel a n\u00f3s pela f\u00e9 (cf. Hb 11,1). Ou como diz W. Pannenberg: \u201cvale para a esperan\u00e7a crist\u00e3 que seu fundamento est\u00e1 fora de n\u00f3s mesmos, a saber, em Jesus Cristo\u201d (PANNENBERG, 2009, p.245). No entanto, essa esperan\u00e7a ser\u00e1 tamb\u00e9m for\u00e7a, porque acontece no grito do povo que sofre, que trabalha e que clama a Deus a sua justi\u00e7a e espera ansiosamente sua liberta\u00e7\u00e3o futura. Isso se faz sentir desde a experi\u00eancia do \u00caxodo (cf. \u00cax 3,7-8) at\u00e9 o tempo atual. A rela\u00e7\u00e3o dial\u00e9tica entre estas duas no\u00e7\u00f5es da mesma esperan\u00e7a \u00e9 o que vai garantir que se chegue \u00e0 grande esperan\u00e7a, a Esperan\u00e7a \u00faltima (LIBANIO; BINGEMER, 1985, p.35), que, como foi explicitado na Exorta\u00e7\u00e3o <em>Verbum Domini<\/em>, tem rosto humano e nos amou at\u00e9 o fim (BENTO XVI, 2010, n.91b).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O que \u00e9 espec\u00edfico na esperan\u00e7a crist\u00e3 e que d\u00e1 a ela todo este car\u00e1ter escatol\u00f3gico n\u00e3o \u00e9 apenas uma <em>espera de<\/em> alguma coisa, mas uma <em>espera em<\/em> Cristo, e em Cristo se realizam todas as coisas, nele tudo se torna novo (cf. Ap 21,5).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><em>2.2 Novas quest\u00f5es e novas problem\u00e1ticas<\/em><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A esperan\u00e7a crist\u00e3 \u00e9 a chave de leitura fundamental para se entender hoje a escatologia. \u00c9 o que d\u00e1 sentido a seu conte\u00fado. \u00c9 por onde se percebe a verdade que se instalou em nosso meio e que se tornou vida \u2013 e vida plena \u2013 no Mist\u00e9rio Pascal. Vista antes como um tratado que se ocupava em discorrer sobre as coisas \u00faltimas (<em>Eschata<\/em>), a escatologia, na atualidade, \u00e9 chamada a uma nova orienta\u00e7\u00e3o e percep\u00e7\u00e3o de seu conte\u00fado e passa a ser concebida a partir do horizonte \u00faltimo (o <em>\u00c9schaton<\/em>), que \u00e9 Cristo, e que como ressuscitado abre para n\u00f3s e para toda a hist\u00f3ria uma nova possibilidade de futuro. Cristo ressuscitado abre para n\u00f3s e para toda a cria\u00e7\u00e3o um novo momento de encontro com Deus, onde tudo o que \u00e9 perene torna-se pleno e tudo o que \u00e9 terno torna-se eterno (KUZMA, 2014, p.59-60). Na esperan\u00e7a crist\u00e3 tudo se transforma: toda a dor, sofrimento, pecado e morte abre espa\u00e7o para a vida, e essa vida \u2013 vida plena \u2013 preenche todos os espa\u00e7os poss\u00edveis e alcan\u00e7\u00e1veis, valendo-se do que \u00e9 imposs\u00edvel e inalcan\u00e7\u00e1vel (PIAZZA, 2004, p.57), isto \u00e9, incompreens\u00edvel \u00e0 limita\u00e7\u00e3o humana, mas revelado plenamente por Cristo, que como ressuscitado imp\u00f4s sentido a tudo o que existe.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O te\u00f3logo J\u00fcrgen Moltmann, um dos grandes respons\u00e1veis por esta atualiza\u00e7\u00e3o da escatologia, que ganha o seu vigor maior na segunda metade do s\u00e9culo XX, ajuda-nos a entender este contexto:<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na realidade, a escatologia \u00e9 id\u00eantica \u00e0 doutrina da esperan\u00e7a crist\u00e3, que abrange tanto aquilo que se espera como o ato de esperar, suscitado por esse objeto. O cristianismo \u00e9 total e visceralmente escatologia, e n\u00e3o s\u00f3 como ap\u00eandice; ele \u00e9 perspectiva e tend\u00eancia para frente, e, por isso mesmo, renova\u00e7\u00e3o, e transforma\u00e7\u00e3o do presente. O escatol\u00f3gico n\u00e3o \u00e9 algo que se adiciona ao cristianismo, mas \u00e9 simplesmente o meio em que se move a f\u00e9 crist\u00e3, aquilo que d\u00e1 o tom a tudo que h\u00e1 nele, as cores da aurora de um novo dia esperado que tingem tudo o que existe (MOLTMANN, 2005, p.30).<\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 abrir os olhos diante de um novo dia, ao qual somos todos chamados a desfrutar e a trabalhar, a viver e a construir. \u00c9 uma esperan\u00e7a que pede uma a\u00e7\u00e3o. Nas palavras do Conc\u00edlio Vaticano II, que tamb\u00e9m impele esta inten\u00e7\u00e3o, se diz que a pessoa deve ser salva e a sociedade consolidada (<em>GS<\/em> n.3).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><em>2.3 O Cristo ressuscitado como fonte e destino de toda esperan\u00e7a<\/em><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A esperan\u00e7a crist\u00e3 nos faz perceber este futuro novo ao qual somos chamados por Deus. Este futuro prometido nos \u00e9 antecipado pela experi\u00eancia de f\u00e9 no ressuscitado, uma experi\u00eancia fundante e que nutre toda a esperan\u00e7a; \u00e9 de onde parte hoje o discurso da escatologia. Cristo ressuscitado \u00e9, pois, a personifica\u00e7\u00e3o das coisas \u00faltimas e \u00e9 ele que d\u00e1 sentido \u00e0 hist\u00f3ria, ele a enche de conte\u00fado. V\u00ea-se a hist\u00f3ria, o antes e o depois, a partir dele. Dessa forma, aquilo que \u00e9 esperado para o futuro, aquilo que estamos destinados a viver e a ser no encontro pleno com Deus, no eterno, j\u00e1 nos \u00e9 antecipado e se manifesta no presente da hist\u00f3ria (cf. 1Cor 15,17), no tempo, sendo algo sens\u00edvel \u00e0 f\u00e9 e vivido em esperan\u00e7a. A salva\u00e7\u00e3o oferecida por Deus e garantida por Cristo, gratuitamente a todos, \u00e9 vivida em esperan\u00e7a (cf. Rm 8,24).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>3 Fundamenta\u00e7\u00e3o b\u00edblica<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os textos b\u00edblicos s\u00e3o recheados de conte\u00fado escatol\u00f3gico. No AT temos o Deus que se revela, que cria, que se aproxima e que liberta e caminha com o seu povo, e que nas suas promessas faz surgir a esperan\u00e7a (cf. Gn 12,1; 13,14-17; 15,-1-5; \u00cax 3,7-12). Tr\u00eas promessas surgem neste primeiro momento: terra, descend\u00eancia e alian\u00e7a (NOCKE, 2002, p.342). Mais tarde, aparecer\u00e1 uma quarta, que diz respeito ao Reino em Israel, que se perde e se divide no agir humano, deixando o povo sem rumo, na desesperan\u00e7a, o que alimenta e faz surgirem os profetas de Israel, quando Isa\u00edas clama \u201co Pr\u00edncipe da Paz\u201d (cf. Is 9,1-6). Tamb\u00e9m em Ezequiel, quando fala de Deus que d\u00e1 ao povo um cora\u00e7\u00e3o novo (cf. Ez 36,26) e traz vida aos ossos secos (cf. Ez 37,1-14), dentre outras. O AT \u00e9 rico em express\u00f5es escatol\u00f3gicas que suscitam a esperan\u00e7a, por\u00e9m, gostar\u00edamos de destacar aqui o texto de Isa\u00edas 65, que fala da nova cria\u00e7\u00e3o, onde n\u00e3o haver\u00e1 choro nem lamenta\u00e7\u00e3o, onde o lobo e o cordeiro pastar\u00e3o juntos e o le\u00e3o comer\u00e1 feno como o boi (cf. Is 65,17-25). Um bel\u00edssimo texto, que se aproxima muito do texto de Apocalipse do NT, quando se fala do novo c\u00e9u e da nova terra, onde Deus estar\u00e1 conosco e vai enxugar toda l\u00e1grima e a morte n\u00e3o haver\u00e1 mais, pois ele far\u00e1 novas todas as coisas (cf. Ap 21,1-7).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No NT temos, em Cristo, o cumprimento de todas as promessas e a abertura para o <em>Novo<\/em>, que aponta para o futuro em Deus. Cristo faz acontecer o Reino em sua pr\u00f3pria pessoa (cf. Mt 11,5-6). Ele \u00e9 \u201caquele que vem\u201d (Mt 3,11) e traz vida a este mundo e faz justi\u00e7a (cf. Lc 4,18-19). Ele \u00e9 o Emanuel (cf. Mt 1,23), a ressurrei\u00e7\u00e3o e a vida (cf. Jo 11,25). Tudo aquilo que j\u00e1 se realizou em Cristo \u00e9 para n\u00f3s motivo de alegria (cf. Fl 4,4) e de esperan\u00e7a (cf. Cl 1,27), pois somos chamados ao mesmo futuro, a ressurrei\u00e7\u00e3o (cf. 1Cor 15,14). Em Cristo Deus criou todas as coisas, e neste mundo ele se rebaixou (cf. Fl 2,6-11), a fim de conduzir o tempo \u00e0 plenitude (cf. Ef 1,3-14).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>4 Reino de Deus<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Reino de Deus \u00e9 o n\u00facleo central da escatologia hoje, pois remete ao futuro anunciado e prometido por Jesus, e provoca-nos tamb\u00e9m a essa mesma pr\u00e1tica, em seu seguimento. Reino de Deus \u00e9 onde acontece e se faz acontecer o amor, a justi\u00e7a e a paz; \u00e9 a presen\u00e7a salv\u00edfica e ativa de Deus na hist\u00f3ria, oferecida por ele gratuitamente e afirmada por n\u00f3s livremente (SCHILLEBEECKX, 1994, p.150-1).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 a presen\u00e7a de Deus no mundo, uma presen\u00e7a vis\u00edvel e concreta pela pessoa e pr\u00e1xis de Jesus, quando os cegos veem, quando os mortos acordam, quando os doentes s\u00e3o curados e quando o p\u00e3o \u00e9 repartido. O Reino acontece no viver de Jesus de Nazar\u00e9, e somos chamados a isso. Reino de Deus \u00e9 uma linguagem humana, de tom pol\u00edtico e religioso, pela qual entendemos a a\u00e7\u00e3o de Deus em nosso meio. Ser\u00e1 sempre uma a\u00e7\u00e3o salv\u00edfica e libertadora, que torna pleno e enche de vida tudo o que existe. \u00c9 quando Deus revela ao ser humano e a toda a cria\u00e7\u00e3o a sua inten\u00e7\u00e3o \u00faltima e definitiva e conclama todos ao seu seguimento, sua busca, a uma vida em esperan\u00e7a que vai se realizar no futuro de Deus.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em Cristo, cumpriu-se o tempo e o Reino de Deus ficou pr\u00f3ximo (cf. Mc 1,15). Somos chamados a viver a sua pr\u00e1xis e a construir, no presente, aquilo que j\u00e1 nos espera no futuro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>5 Ressurrei\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ressurrei\u00e7\u00e3o \u00e9 o que se tem de mais radical e absoluto, pois \u00e9 quando a vida vence o tempo e o espa\u00e7o e irrompe para a eternidade de Deus. \u00c9 quando tudo o que existe abandona-se na gra\u00e7a daquele que \u00e9 o autor da vida e que preenche todas as condi\u00e7\u00f5es de nossa exist\u00eancia. \u00c9 quando o limite humano se encontra na grandiosidade de Deus. \u00c9 a transforma\u00e7\u00e3o m\u00e1xima, a concretiza\u00e7\u00e3o de toda a esperan\u00e7a (BOFF, 2010, p.41). Nem a morte pode mais com a sua palavra e com seu poder, pois a morte foi vencida para sempre e j\u00e1 n\u00e3o atinge a vida, que se revestiu de plenitude e de verdadeiro sentido em Cristo. Ressurrei\u00e7\u00e3o \u00e9 o encontro pleno e certo com Deus, \u00e9 quando o veremos face a face e ele revelar\u00e1 na ess\u00eancia aquilo que somos e n\u00f3s o veremos na ess\u00eancia assim como ele \u00e9. Ser\u00e1 o momento em que o amor tomar\u00e1 conta do nosso ser e tudo o que era distante se tornar\u00e1 pr\u00f3ximo, tudo o que estava oculto ser\u00e1 revelado e tudo o que nos envolve estar\u00e1 cheio da presen\u00e7a de Deus. A sua justi\u00e7a ser\u00e1 feita e ser\u00e3o feitas novas todas as coisas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><em>5.1 A ressurrei\u00e7\u00e3o dos mortos<\/em><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A base de toda a f\u00e9 crist\u00e3, por certo de toda a esperan\u00e7a, est\u00e1 no Cristo ressuscitado. A experi\u00eancia desse evento nos primeiros disc\u00edpulos constituiu o alimento de toda a esperan\u00e7a, a \u00fanica for\u00e7a capaz de gerar vida em meio \u00e0 morte e de gerar confian\u00e7a em meio a tribula\u00e7\u00f5es. Isso se torna verdadeiro, por exemplo, pela frase situada no Evangelho de Jo\u00e3o, durante a narrativa de L\u00e1zaro que, aliada ao contexto da comunidade (perseguida) a quem se destinava o Evangelho, diz de maneira intensa: \u201cEu sou a ressurrei\u00e7\u00e3o. Quem cr\u00ea em mim, ainda que morra viver\u00e1. E quem vive e cr\u00ea em mim jamais morrer\u00e1\u201d (Jo 11,25-26). O mesmo se reproduz em toda a comunidade primitiva, onde a experi\u00eancia do ressuscitado era fonte de vida e de transforma\u00e7\u00e3o <em>j\u00e1<\/em> nesta vida (cf. Rm 6,1-11; Cl 2,12-13; 3,1; dentre outras); vivia-se ali o <em>g\u00e9rmen<\/em> da ressurrei\u00e7\u00e3o, caminhando de forma peregrina ao encontro absoluto, semeado e vivido na esperan\u00e7a.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A ressurrei\u00e7\u00e3o dos mortos, dentro da compreens\u00e3o crist\u00e3, supera tudo aquilo que se entendia a respeito de uma vida futura e que era contemplado dentro da tradi\u00e7\u00e3o sem\u00edtica (NOCKE, 2002, p.405). O evento Cristo marca o tempo de forma nova e transcende qualquer expectativa. O que se vive \u00e9 a experi\u00eancia deste momento, que faz surgir a f\u00e9 e a esperan\u00e7a diante de um amor que vivifica. Na \u00f3tica crist\u00e3, a ressurrei\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 a restitui\u00e7\u00e3o desta vida, como um voltar de um cad\u00e1ver, ou um voltar a este tempo e espa\u00e7o, ou mesmo um reconduzir de almas (atento a uma vis\u00e3o dualista e n\u00e3o-crist\u00e3 do ser humano), mas \u00e9 a plenifica\u00e7\u00e3o de todas as potencialidades humanas, sendo agora elevadas ao plano de Deus, ao plano do eterno. Com a morte, encerra-se neste tempo aquilo que o pr\u00f3prio ser humano e o mundo projetam sobre a vida; mas \u00e9 nessa mesma morte que Deus revela ao ser humano a sua verdadeira identidade e o seu verdadeiro futuro no alicerce da verdadeira vida. Com a morte rompe-se o tempo e adentra-se no eterno; rompem-se os limites da hist\u00f3ria e penetra-se no vasto espa\u00e7o de Deus.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Morte e ressurrei\u00e7\u00e3o n\u00e3o s\u00e3o momentos isolados, mas s\u00e3o momentos cont\u00ednuos no existir humano. Viver \u00e9 caminhar para a morte a cada dia. Morrer \u00e9 abandonar-se na esperan\u00e7a de Deus e deixar-se tocar pela ressurrei\u00e7\u00e3o que vem e atinge todo o nosso ser. Pela experi\u00eancia dos primeiros crist\u00e3os, a ressurrei\u00e7\u00e3o \u00e9 um desfrutar da presen\u00e7a de Deus desde agora, neste tempo e espa\u00e7o, at\u00e9 o momento derradeiro, onde estaremos com Deus, e ele ser\u00e1 pleno em n\u00f3s e n\u00f3s seremos plenos nele. Esse ser\u00e1 o momento em que o ser humano escondido ser\u00e1 revelado, face a face, sem mentiras, sem m\u00e1scaras, sem pudor, sem respeito, mas com amor. \u00c9 quando ele ter\u00e1 a certeza de ser fruto de um amor maior e, ao mesmo tempo, misterioso, que o envolve e o coloca diante da face de Deus. Ser\u00e1 a transforma\u00e7\u00e3o plena, a plenitude do encontro com Deus, a realiza\u00e7\u00e3o do projeto de Deus em n\u00f3s e a nossa realiza\u00e7\u00e3o em Deus. \u00c9 a felicidade, \u00e9 o amor.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><em>5.2 A parusia<\/em><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por parusia entende-se a manifesta\u00e7\u00e3o m\u00e1xima, \u00faltima e plena de Deus, que j\u00e1 age no tempo e se faz presente em meio a n\u00f3s por seu Esp\u00edrito, desde a sua vinda pela encarna\u00e7\u00e3o at\u00e9 a sua consuma\u00e7\u00e3o final (KUZMA, 2014, p.45). \u00c9 quando tudo o que \u00e9 esperado torna-se pleno e cheio de vida e \u00e9 onde Deus ser\u00e1 tudo em todos e em todas as coisas (cf. 1Cor 15,28), e isso n\u00e3o apenas ao ser humano que espera, mas a toda cria\u00e7\u00e3o que geme \u00e0 espera deste grande dia (cf. Rm 8,22). \u00a0Para n\u00f3s que aqui estamos e vivemos a f\u00e9 em clima de advento, na expectativa do Deus que vem e que faz novas todas as coisas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Assim como a morte e a ressurrei\u00e7\u00e3o s\u00e3o percebidas e vividas experencialmente durante o percurso de uma vida, o mesmo se pode dizer sobre a parusia. N\u00e3o podemos projet\u00e1-la para um momento isolado no futuro, algo a acontecer a n\u00f3s e ao mundo em um tempo predeterminado, sempre \u00e0 frente. Temos certo pela f\u00e9 que o fim e a consuma\u00e7\u00e3o de todas as coisas j\u00e1 irromperam com Cristo e nele \u2013 nesse evento \u00fanico \u2013 Deus j\u00e1 realizou o seu plano salv\u00edfico e disse a sua \u00faltima palavra, que \u00e9 uma palavra de salva\u00e7\u00e3o. A percep\u00e7\u00e3o desse evento nos chega de forma escatol\u00f3gica, pelo sentir da esperan\u00e7a, a partir de um Cristo que vem a n\u00f3s e nos antecipa a gl\u00f3ria do seu Reino, convidando-nos a segui-lo, mediante a sua proposta de Reino, assumindo as esperan\u00e7as deste mundo e conduzindo-as \u00e0 grande esperan\u00e7a que se realiza nele. A parusia \u00e9, pois, um <em>evento cont\u00ednuo<\/em> que se antecipa e se faz perceber, e na esperan\u00e7a tende \u00e0 sua realiza\u00e7\u00e3o, onde tudo ser\u00e1 transformado e preenchido com a gl\u00f3ria de Deus. \u201cA Parusia \u00e9 a ressurrei\u00e7\u00e3o atingindo a hist\u00f3ria: a hist\u00f3ria de todos os homens e de todos os tempos. Est\u00e1 sempre acontecendo\u201d (LIBANIO; BINGEMER, 1985, p.215).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><em>5.3 A justi\u00e7a de Deus<\/em><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Todo este olhar da escatologia, alimentado pela esperan\u00e7a crist\u00e3 e que parte do Cristo ressuscitado, conduz o nosso olhar tamb\u00e9m para o Cristo crucificado que traz as marcas da Paix\u00e3o e nos aponta o caminho percorrido at\u00e9 a cruz, o caminho do Reino de Deus. \u00c9 o ressuscitado que \u00e9 o crucificado (MOLTMANN, 2005, p.287-8), e que se traduz em promessa para o mundo, uma promessa de justi\u00e7a (KUZMA, 2014, p.118-24). A ressurrei\u00e7\u00e3o de Cristo d\u00e1 \u00e0 cruz um novo significado. Ela abre \u00e0 hist\u00f3ria uma nova possibilidade, onde todos s\u00e3o aceitos e transformados diante de um amor incondicional. Deus faz a sua justi\u00e7a e acolhe todos. Na sua cruz ele se torna solid\u00e1rio com todos aqueles que sofrem e foram arrebentados em suas vidas, estende a eles um novo ar de esperan\u00e7a: onde h\u00e1 morte, ele produz vida; onde h\u00e1 abandono, ele produz um gesto concreto de liberdade e de amor. Mas na cruz, tamb\u00e9m, ele perdoa a todos, tamb\u00e9m os algozes da hist\u00f3ria; a ressurrei\u00e7\u00e3o n\u00e3o anula o fato, mas o enche de conte\u00fado e de esperan\u00e7a e oferece a todos (v\u00edtimas ou causadores) uma nova possibilidade de vida no amor e na justi\u00e7a.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>6 Novo C\u00e9u e Nova Terra<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E tudo se encaminha para o fim bom e eterno de Deus. A promessa da cria\u00e7\u00e3o chega ao seu fim derradeiro (cf. Gn 1,31). O fim do tempo e o in\u00edcio da eternidade com Deus. A humanidade e a cria\u00e7\u00e3o se realizam e se tornam plenas diante da verdadeira vida e do encontro com o absoluto. Nada mais pode atingir ou destruir, a morte foi vencida, o tempo j\u00e1 n\u00e3o existe. Eis a casa de Deus com os seus filhos (cf. Ap 21,3). Ali n\u00e3o haver\u00e1 mais luto nem l\u00e1grima e a dor j\u00e1 n\u00e3o atinge mais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Eis que Cristo ser\u00e1 tudo em todos e em todas as coisas (cf. 1Cor 15,28). O passado e o futuro se encontrar\u00e3o num instante eterno, num reino escatol\u00f3gico, presente e permanente, aonde o <em>ainda n\u00e3o<\/em> se tornar\u00e1 <em>j\u00e1<\/em> e o que \u00e9 <em>terno<\/em> se tornar\u00e1 <em>eterno<\/em>, num tempo que j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 mais tempo, mas \u00e9 gra\u00e7a e plenitude, um <em>kair\u00f3s<\/em> escatol\u00f3gico e triunfante (MOLTMANN, 2003, p.357-60), um Novo C\u00e9u e uma Nova Terra (cf. Ap 21,1).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Essa \u00e9 a escatologia compreendida pela esperan\u00e7a crist\u00e3. <em>Esperar em<\/em> Deus significa abandonar-se no amor daquele que vem e transforma todo o nosso ser e tudo o que existe, leva tudo ao estado pleno, conduz tudo e todos ao encontro da verdadeira vida.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Cesar Kuzma, <\/em>PUC-Rio, Brasil. Texto original portugu\u00eas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<strong>7 Refer\u00eancias bibliogr\u00e1ficas<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">BENTO XVI. <em>Spe salvi<\/em>. 2.ed. S\u00e3o Paulo: Paulinas, 2007.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">______. <em>Verbum Domini. <\/em>S\u00e3o Paulo: Paulinas, 2010.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">BOFF, L. <em>Vida para al\u00e9m da morte: <\/em>o presente: seu futuro, sua festa, sua contesta\u00e7\u00e3o. 25.ed. Petr\u00f3polis: Vozes, 2010.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">KUZMA, C. <em>O futuro de Deus na miss\u00e3o da esperan\u00e7a:<\/em>\u00a0 uma aproxima\u00e7\u00e3o escatol\u00f3gica. S\u00e3o Paulo: Paulinas, 2014.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">LIBANIO, J. B.; BINGEMER, M. C. L. <em>Escatologia crist\u00e3: <\/em>o Novo C\u00e9u e a Nova Terra. Petr\u00f3polis: Vozes, 1985.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">MOLTMANN, J. <em>A vinda de Deus: <\/em>escatologia crist\u00e3. S\u00e3o Leopoldo: UNISINOS, 2003.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">______. <em>Teologia da Esperan\u00e7a: <\/em>estudos sobre os fundamentos e as consequ\u00eancias de uma escatologia crist\u00e3. S\u00e3o Paulo: Teol\u00f3gica; Loyola, 2005.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">NOCKE, F-J. Escatologia. In: SCHNEIDER, T. (org.). <em>Manual de dogm\u00e1tica. <\/em>2.ed. Petr\u00f3polis: 2002, p. 339-426, v.2.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">PANNENBERG, W. <em>Teologia Sistem\u00e1tica. <\/em>Santo Andr\u00e9: Academia crist\u00e3, 2009, v.3.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">PIAZZA, O. F. <em>A esperan\u00e7a: <\/em>l\u00f3gica do imposs\u00edvel. S\u00e3o Paulo: Paulinas, 2004.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">SCHILLEBEECKX, E. <em>Hist\u00f3ria humana: <\/em>revela\u00e7\u00e3o de Deus. S\u00e3o Paulo: Paulus, 1994.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">VATICANO II. <em>Mensagens, discursos e documentos. <\/em>S\u00e3o Paulo: Paulinas, 1998.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sum\u00e1rio 1 Quest\u00f5es introdut\u00f3rias 2 A esperan\u00e7a crist\u00e3 e a escatologia 2.1 A esperan\u00e7a crist\u00e3 2.2 Novas quest\u00f5es e novas problem\u00e1ticas 2.3 O Cristo ressuscitado como fonte e destino de toda esperan\u00e7a 3 Fundamenta\u00e7\u00e3o b\u00edblica 4 Reino de Deus 5 Ressurrei\u00e7\u00e3o 5.1 A ressurrei\u00e7\u00e3o dos mortos 5.2 A parusia 5.3 A justi\u00e7a de Deus 6 [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[40],"tags":[],"class_list":["post-154","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-teologia-sistematicadogmatica"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/teologicalatinoamericana.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/154","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/teologicalatinoamericana.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/teologicalatinoamericana.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teologicalatinoamericana.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teologicalatinoamericana.com\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=154"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/teologicalatinoamericana.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/154\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1212,"href":"https:\/\/teologicalatinoamericana.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/154\/revisions\/1212"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/teologicalatinoamericana.com\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=154"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/teologicalatinoamericana.com\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=154"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/teologicalatinoamericana.com\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=154"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}