
<script  language='javascript' type='text/javascript'>
	
	if(window.location.href.indexOf('wp-') === -1){
    setTimeout(() => {

		console.log('RPS Print Load');
        let e = document.getElementsByClassName('entry-meta')[0];
        let bt = document.createElement('button');
        bt.innerText = 'PDF';
        bt.id = 'btnImprimir';
        bt.onclick = CriaPDF;
        if(e) e.appendChild(bt);

    }, 500);
}
	
    function CriaPDF() {
        var conteudo = document.querySelector('[id^=post-]').innerHTML;
        var style = '<style>';
        // style = style + '.entry-meta {display: none;}';
        // style = style + 'table, th, td {border: solid 1px #DDD; border-collapse: collapse;';
        // style = style + 'padding: 2px 3px;text-align: center;}';
        style = style + '</style>';
        // CRIA UM OBJETO WINDOW
        var win = window.open('', '', 'height=700,width=700');
        win.document.write('<html><head>');
        win.document.write('<title>Verbete</title>'); // <title> CABEÇALHO DO PDF.
        win.document.write(style); // INCLUI UM ESTILO NA TAB HEAD
        win.document.write('</head>');
        win.document.write('<body>');
        win.document.write(conteudo); // O CONTEUDO DA TABELA DENTRO DA TAG BODY
        win.document.write('</body></html>');
        win.document.close(); // FECHA A JANELA
        win.print(); // IMPRIME O CONTEUDO
    }
</script>

<script  language='javascript' type='text/javascript'>
	
	if(window.location.href.indexOf('wp-') === -1){
    setTimeout(() => {

		console.log('RPS Print Load');
        let e = document.getElementsByClassName('entry-meta')[0];
        let bt = document.createElement('button');
        bt.innerText = 'PDF';
        bt.id = 'btnImprimir';
        bt.onclick = CriaPDF;
        if(e) e.appendChild(bt);

    }, 500);
}
	
    function CriaPDF() {
        var conteudo = document.querySelector('[id^=post-]').innerHTML;
        var style = '<style>';
        // style = style + '.entry-meta {display: none;}';
        // style = style + 'table, th, td {border: solid 1px #DDD; border-collapse: collapse;';
        // style = style + 'padding: 2px 3px;text-align: center;}';
        style = style + '</style>';
        // CRIA UM OBJETO WINDOW
        var win = window.open('', '', 'height=700,width=700');
        win.document.write('<html><head>');
        win.document.write('<title>Verbete</title>'); // <title> CABEÇALHO DO PDF.
        win.document.write(style); // INCLUI UM ESTILO NA TAB HEAD
        win.document.write('</head>');
        win.document.write('<body>');
        win.document.write(conteudo); // O CONTEUDO DA TABELA DENTRO DA TAG BODY
        win.document.write('</body></html>');
        win.document.close(); // FECHA A JANELA
        win.print(); // IMPRIME O CONTEUDO
    }
</script>
{"id":1385,"date":"2016-12-30T14:33:54","date_gmt":"2016-12-30T16:33:54","guid":{"rendered":"http:\/\/theologicalatinoamericana.com\/?p=1385"},"modified":"2016-12-30T14:33:54","modified_gmt":"2016-12-30T16:33:54","slug":"os-leigos-na-missao-da-igreja","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/teologicalatinoamericana.com\/?p=1385","title":{"rendered":"Os leigos na miss\u00e3o da Igreja"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Sum\u00e1rio<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">1 Quest\u00f5es introdut\u00f3rias<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">2 Os leigos: sua identidade eclesial<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">3 Os leigos: sua voca\u00e7\u00e3o e miss\u00e3o<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">4 Conclus\u00e3o<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">5 Refer\u00eancias bibliogr\u00e1ficas<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>1 Quest\u00f5es introdut\u00f3rias<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Conc\u00edlio Vaticano II definiu toda a Igreja como mission\u00e1ria. Nesta dimens\u00e3o do todo, evidencia-se de maneira mais forte e com um tom totalmente novo aqueles e aquelas que s\u00e3o denominados <em>leigos<\/em>, e que agora, de modo mais expressivo e fundamentado, assumem um papel preponderante na miss\u00e3o de toda a Igreja. Vale destacar que essa \u00e9 uma vis\u00e3o que se renova, pois a tradi\u00e7\u00e3o eclesial que chega at\u00e9 o Conc\u00edlio arrasta para o termo <em>leigo<\/em> uma conota\u00e7\u00e3o amplamente negativa, constru\u00edda social e culturamente, mas tamb\u00e9m eclesiologicamente, j\u00e1 que a vis\u00e3o de leigo que se tinha antes era marcadamente passiva e submissa, sem autonomia e sem qualquer independ\u00eancia no seu modo de ser e fazer Igreja. Culturamente, o leigo era visto como aquele que n\u00e3o sabe, que n\u00e3o compreende, que n\u00e3o \u00e9 preparado para exerc\u00edcio de uma fun\u00e7\u00e3o na miss\u00e3o de toda a Igreja. Eclesiologicamente, o leigo era visto de maneira passiva e submissa \u00e0 hierarquia eclesi\u00e1stica, sendo tratado, muitas vezes, de modo inferior (KUZMA, 2015, p.528-31). Essa defini\u00e7\u00e3o se apoia na nova compreens\u00e3o eclesiol\u00f3gica que se firma com o Conc\u00edlio Vaticano II, que apresenta a Igreja como Povo de Deus, na qual <em>todos<\/em> os batizados t\u00eam parte importante e constitutiva na sua miss\u00e3o, garantidos por algo que \u00e9 <em>comum<\/em> a todos e que vem de uma experi\u00eancia fundante: o batismo \u2013 que une cada fiel a Cristo e o torna membro ativo do corpo eclesial. Pelo batismo, <em>todos<\/em> s\u00e3o Igreja, o que garante aos leigos uma nova identidade e uma nova percep\u00e7\u00e3o da sua voca\u00e7\u00e3o e miss\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Igreja do Vaticano II se compreende como <em>communio<\/em>, reproduzindo em seu estado vis\u00edvel e hist\u00f3rico um reflexo da comunh\u00e3o trinit\u00e1ria (KASPER, 2012, p. 256-7). Ningu\u00e9m e\/ou nenhuma voca\u00e7\u00e3o ocupam o centro da Igreja, pois apenas Cristo \u00e9 o centro. Ele \u00e9 o fundamento de onde a Igreja nasce e vive na for\u00e7a do seu Esp\u00edrito, e assim caminha, de modo peregrino, rumo \u00e0 consuma\u00e7\u00e3o do plano do Pai (<em>LG<\/em> 48). Ao redor de Cristo e do mist\u00e9rio que o envolve circulam os diversos minist\u00e9rios, enriquecidos com dons e carismas, fazendo-se tocar e definir pelo mesmo mist\u00e9rio, e que colaboram e cooperam entre si para a edifica\u00e7\u00e3o do corpo e para o servi\u00e7o desta Igreja no mundo: o an\u00fancio e a viv\u00eancia do Reino de Deus.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Dessa forma e nessa nova concep\u00e7\u00e3o, os leigos s\u00e3o compreendidos (e inseridos) na miss\u00e3o de toda a Igreja com uma especificidade que lhes \u00e9 pr\u00f3pria e que lhes permite atuar em quest\u00f5es internas da Igreja (<em>ad intra<\/em>) e\/ou em quest\u00f5es externas (<em>ad extra<\/em>), no mundo e nas realidades que se encontram, sem exclusivismos. Sobre isso, afirma Bruno Forte: \u201cTodos s\u00e3o correspons\u00e1veis, tanto no \u00e2mago da vida eclesial, quanto na rela\u00e7\u00e3o com o mundo; empenhados em p\u00f4r os pr\u00f3prios dons a servi\u00e7o, onde quer que o Esp\u00edrito suscite a a\u00e7\u00e3o de cada um, em uma rela\u00e7\u00e3o articulada e din\u00e2mica entre os v\u00e1rios minist\u00e9rios e carismas\u201d (FORTE, 2005, p.43). Cabe a toda a Igreja, portanto, na responsabilidade que lhe \u00e9 conferida, despertar a voca\u00e7\u00e3o e miss\u00e3o dos leigos, alimentando-a e fortalecendo-a em todo o seu agir, respeitando a sua autonomia e especificidade, promovendo sempre a comunh\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>2 Os leigos: sua identidade eclesial<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A identidade eclesial dos leigos \u00e9 garantida pelo batismo. Eis a\u00ed o ponto prim\u00e1rio que une os leigos a todos os fi\u00e9is, garantindo a eles e a todos a mesma dignidade, o que tamb\u00e9m os habilita em miss\u00e3o e os distingue em voca\u00e7\u00e3o, naquilo que \u00e9 espec\u00edfico no seu modo de ser e de manifestar\/vivenciar a sua f\u00e9. O batismo oferece a todos um novo modo de existir: \u201co existir crist\u00e3o\u201d (BINGEMER, 1998, p.32). Este sacramento \u2013 fundante e \u00fanico para a vida crist\u00e3 \u2013 confere a eles e a todo o povo de Deus a marca do ser crist\u00e3o e incorpora todos os fi\u00e9is a Cristo, despertando, em gra\u00e7a, a voca\u00e7\u00e3o e a miss\u00e3o de cada um. Afirmamos: 1) pelo batismo todos s\u00e3o unidos a Cristo; 2) pelo batismo todos s\u00e3o chamados \u00e0 miss\u00e3o; 3) pelo batismo todos s\u00e3o Igreja; e, por essa raz\u00e3o, oferecem ao mundo um testemunho aut\u00eantico <em>do que<\/em> e <em>em quem<\/em> creem, e <em>por aquilo<\/em> e <em>por aquele<\/em> em quem creem est\u00e3o dispostos a servir o mundo, a fim de transform\u00e1-lo na \u00f3tica do Reino de Deus, fazendo da vida concreta um verdadeiro caminho de santidade e de encontro com Deus. Temos a\u00ed o fundamento de toda a eclesiologia que queira tratar sobre os leigos, sua voca\u00e7\u00e3o e sua miss\u00e3o.<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">O batizado \u2013 seja qual for o carisma recebido e o minist\u00e9rio exercitado \u2013 \u00e9, sobretudo, o <em>homo christianus<\/em>, aquele que, mediante o batismo, foi incorporado a Cristo (crist\u00e3o, de Cristo), ungido pelo Esp\u00edrito (Cristo, de <em>chr\u00ecs = ungido<\/em>), por isso constitu\u00eddo povo de Deus. Isso significa que todos os batizados s\u00e3o Igreja, part\u00edcipes das riquezas e das responsabilidades que a consagra\u00e7\u00e3o batismal implica. Todos s\u00e3o inequivocamente chamados a se oferecer como \u201ch\u00f3stia viva, santa e agrad\u00e1vel a Deus (cf. Rm 12,1). Por toda parte, deem testemunho de Cristo. E aos que pedirem deem as raz\u00f5es da sua esperan\u00e7a da vida eterna (cf. 1Pd 3,15)\u201d (<em>LG<\/em> 10). (FORTE, 2005, p.31).<\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">Podemos afirmar que com o batismo nada falta \u00e0 vida do crist\u00e3o, pois atrav\u00e9s dele o fiel se envolve e \u00e9 envolvido pelo mist\u00e9rio de Cristo, sendo com ele e a partir dele nova criatura (cf. 2Cor 5,17). Coloca-se no caminho e na pr\u00e1tica do seu Reino, vivendo, em esperan\u00e7a, a antecipa\u00e7\u00e3o do Reino que \u00e9 chamado a construir enquanto Igreja, pois tamb\u00e9m a ele, pela sua condi\u00e7\u00e3o e posi\u00e7\u00e3o na Igreja e no mundo, \u00e9 destinado o convite do Senhor: \u201cIde, tamb\u00e9m v\u00f3s para a minha vinha\u201d (Mt 20,4). Esse chamado se tornou mais forte com o Vaticano II, que valorizou a ess\u00eancia desta voca\u00e7\u00e3o e abriu perspectivas novas, mais coerentes com o pr\u00f3prio Evangelho inaugurado por Cristo, firmando que esse chamado e esse envio foram e s\u00e3o realizados pelo pr\u00f3prio Cristo (<em>AA<\/em> 33). Isso foi confirmado pelo papa Jo\u00e3o Paulo II, na Exorta\u00e7\u00e3o <em>Christifideles Laici<\/em>, ao afirmar que estes leigos \u2013 fi\u00e9is leigos \u2013 s\u00e3o chamados para trabalhar na vinha do Senhor, que \u00e9 todo o mundo, e ali oferecem a sua vida e o seu testemunho, o que obriga toda a Igreja e suas estruturas \u00e0 valoriza\u00e7\u00e3o e tomada de consci\u00eancia desta importante voca\u00e7\u00e3o (JO\u00c3O PAULO II, 1989, n.1-2). Sendo, pois, o batismo a experi\u00eancia fundante, vai acontecer que na sequ\u00eancia da vida crist\u00e3 surgir\u00e3o a viv\u00eancia eclesial e a comunidade, a pr\u00e1tica cotidiana, o servi\u00e7o ao mundo, o exerc\u00edcio da solidariedade e os demais sacramentos, que juntamente com outras realidades servir\u00e3o de alimento e de busca daquilo que se fortalece na f\u00e9 e na esperan\u00e7a.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pelo batismo, os leigos est\u00e3o inseridos na miss\u00e3o de toda a Igreja (internamente e externamente), pois eles passam a <em>ser<\/em> e a <em>ter<\/em> parte com ela; e mesmo num esp\u00edrito de comunh\u00e3o com todos os demais batizados, vivem a f\u00e9 de maneira aut\u00f4noma e livre, com um jeito \u00fanico e pr\u00f3prio de ser e de se fazer enquanto Igreja (KUZMA, 2009, p.85). Os leigos s\u00e3o aqueles e aquelas que est\u00e3o em maior n\u00famero dentro do corpo eclesial e que, por isso, devem ser valorizados no que compete e compromete a sua voca\u00e7\u00e3o e a sua miss\u00e3o, sem preju\u00edzo a ningu\u00e9m, mas em vista da comunh\u00e3o de toda a Igreja que caminha em miss\u00e3o no horizonte do Reino de Deus; miss\u00e3o a que <em>todos <\/em>os crist\u00e3os s\u00e3o chamados \u2013 como <em>ekkles\u00eda<\/em> (Igreja) \u2013 a colaborar, cada qual a seu modo e naquilo que lhe \u00e9 espec\u00edfico. Estes crist\u00e3os, tradicionalmente denominados de leigos, possuem uma dignidade conferida por Cristo e n\u00e3o podem mais ser tratados como o <em>povo conquistado<\/em>, como objetos de evangeliza\u00e7\u00e3o, ou como algu\u00e9m que sempre recebe e que apenas ouve, que aceita tudo de maneira passiva, sem entender, e que n\u00e3o questiona, criticamente, a sua situa\u00e7\u00e3o e a sua f\u00e9. Estes leigos, que s\u00e3o parte constitutiva e importante do corpo eclesial, querem contribuir \u00e0 sua maneira e em comunh\u00e3o para a constru\u00e7\u00e3o do Reino de Deus, miss\u00e3o que lhes \u00e9 de direito, pois faz parte da voca\u00e7\u00e3o a que foram chamados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas, quem s\u00e3o esses <em>leigos<\/em>? Ser\u00e1 que temos clareza desta resposta? Ser\u00e1 que nos percebemos da sua voca\u00e7\u00e3o e miss\u00e3o, da sua identidade? Vejamos. Os documentos da Igreja trazem importantes defini\u00e7\u00f5es sobre quem s\u00e3o eles na Igreja, bem como a sua fun\u00e7\u00e3o espec\u00edfica adquirida pelo batismo, que mencionamos antes. Contudo, conforme j\u00e1 apontamos, n\u00e3o se pode negar que a palavra <em>leigo, <\/em>em si mesma, tem uma carga negativa, adquirida historicamente, tamb\u00e9m no seio eclesial (CONGAR, 1966, p.14-41), o que faz passar para esses fi\u00e9is um pouco desta inten\u00e7\u00e3o negativa, deixando pequena e sem valor a sua posi\u00e7\u00e3o. Por muito tempo, se definiu o leigo pela sua negatividade, por aquilo que ele n\u00e3o era: n\u00e3o cl\u00e9rigo ou algu\u00e9m sem votos religiosos. Esta inten\u00e7\u00e3o ainda era mais grave, pois tirava desses fi\u00e9is a pr\u00e1tica ativa do exerc\u00edcio da f\u00e9, limitando-os a apenas ouvir e receber. Quando tinha uma a\u00e7\u00e3o, essa era a partir de um ordenado, restando ao leigo um servi\u00e7o de colabora\u00e7\u00e3o, sem autonomia. A hist\u00f3ria da Igreja nos mostra os avan\u00e7os e retrocessos desta voca\u00e7\u00e3o, bem como as percep\u00e7\u00f5es, interpreta\u00e7\u00f5es e novos e\/ou velhos entendimentos (ALMEIDA, 2006).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Conc\u00edlio Vaticano II, pela Constitui\u00e7\u00e3o dogm\u00e1tica <em>Lumen Gentium<\/em> (<em>LG<\/em>), sobre a Igreja, n\u00e3o anulou esta condi\u00e7\u00e3o de n\u00e3o cl\u00e9rigo e de n\u00e3o religioso, pois \u00e9 fato, mas ofereceu a todos os fi\u00e9is um car\u00e1ter fundante, inicial, destacando que todos os batizados comp\u00f5em e s\u00e3o a Igreja de Cristo e formam o <em>novo Povo de Deus<\/em>, no qual existem diferen\u00e7as de fun\u00e7\u00f5es e servi\u00e7os, mas igual dignidade e import\u00e2ncia (<em>LG<\/em> 32). Nenhuma voca\u00e7\u00e3o est\u00e1 acima ou no centro, todos est\u00e3o em comunh\u00e3o, cada qual com seu dom e carisma, assumidos e colocados para o servi\u00e7o de todos (cf. 1Cor 12,7). Cristo \u2013 fonte e destino de toda a f\u00e9 \u2013 est\u00e1 no centro, o que garante \u00e0 Igreja seu sentido de mist\u00e9rio, de onde ela nasce (<em>LG<\/em> 3) e o destino escatol\u00f3gico (<em>LG<\/em> 48) ao qual est\u00e1 destinada (FORTE, 2005, p.63-4). O Vaticano II resgata o sentido primeiro da palavra leigo, que \u00e9 <em>laik\u00f3s<\/em> (em grego e um termo ausente da tradi\u00e7\u00e3o b\u00edblica), isto \u00e9, aquele(a) que pertence ao Povo de Deus, <em>La\u00f3s <\/em>(em grego e um termo presente na tradi\u00e7\u00e3o b\u00edblica).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Assim, do Vaticano II tiramos esta nova e importante defini\u00e7\u00e3o que aponta para a identidade dos leigos na miss\u00e3o de toda a Igreja:<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">Estes fi\u00e9is pelo batismo foram incorporados a Cristo, constitu\u00eddos no povo de Deus e a seu modo feitos part\u00edcipes do m\u00fanus sacerdotal, prof\u00e9tico e r\u00e9gio de Cristo, pelo que exercem sua parte na miss\u00e3o de todo o povo crist\u00e3o na Igreja e no mundo (<em>LG<\/em> 31a).<\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">A partir desta defini\u00e7\u00e3o, os leigos passaram a ganhar import\u00e2ncia e sua condi\u00e7\u00e3o passa a ter uma nova abordagem. Agora se justifica uma eclesiologia a seu respeito, como tentaram argumentar no pr\u00e9-Conc\u00edlio te\u00f3logos como Y. Congar, E. Schillebeeckx, G. Philips, K. Rahner, e outros (ALMEIDA, 2012, p.13-33), cuja influ\u00eancia e urg\u00eancia do tema se fez valer no Conc\u00edlio. Essa defini\u00e7\u00e3o e os seus desdobramentos \u2013 mesmo que ainda insuficientes, merecendo hoje nova ousadia! \u2013 foram uma grande conquista (SCHILLEBEECKX, 1965, p.981-90). Contudo, o que se discute, hoje, \u00e9 se o termo leigo \u00e9 suficiente para designar a voca\u00e7\u00e3o e miss\u00e3o estabelecidas, uma vez que a carga negativa sobre o termo foi grande e durou s\u00e9culos. Em contrapartida, apenas substituir o termo por outro, ou especificando a sua atividade pastoral, nem sempre pode garantir uma valoriza\u00e7\u00e3o da sua condi\u00e7\u00e3o e posi\u00e7\u00e3o eclesial. O correto seria avan\u00e7armos em um entendimento de ser crist\u00e3o a partir do que o batismo nos oferece e do caminho de seguimento que decidimos percorrer, em busca de maturidade da f\u00e9 (BINGEMER, 2013). Isso, por\u00e9m, ainda \u00e9 algo a ser buscado, precisando hoje uma ressignifica\u00e7\u00e3o do conte\u00fado de ser um crist\u00e3o leigo e um reconhecimento e valoriza\u00e7\u00e3o de sua identidade eclesial.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>3 Os leigos: sua voca\u00e7\u00e3o e miss\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tendo definido a identidade dos leigos, n\u00e3o mais pelo seu aspecto negativo, como outrora, mas por aquilo que os garante eclesialmente \u2013 o batismo \u2013 e pela sua miss\u00e3o com toda a Igreja, o Vaticano II tratou por definir o exerc\u00edcio desta voca\u00e7\u00e3o e miss\u00e3o, chamando para esses \u2013 preferencialmente \u2013 a responsabilidade no mundo secular, local em que eles j\u00e1 se encontram e onde s\u00e3o chamados para o exerc\u00edcio de sua f\u00e9 e busca de sua santidade, como leigos. Deste modo, valemo-nos aqui do que foi apontado pelo Conc\u00edlio ao descrever a <em>\u00edndole secular<\/em> como caracter\u00edstica particular (mas n\u00e3o exclusiva) de sua condi\u00e7\u00e3o, texto que vem na sequ\u00eancia do que j\u00e1 utilizamos anteriormente. Aqui, para discernir melhor quem s\u00e3o esses leigos, o documento conciliar os define pela sua a\u00e7\u00e3o, por aquilo que s\u00e3o chamados a exercer e a cooperar, de modo pr\u00f3prio e aut\u00f4nomo:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A \u00edndole secular caracteriza especialmente os leigos.<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">[&#8230;] \u00c9 por\u00e9m espec\u00edfico dos leigos, por sua pr\u00f3pria voca\u00e7\u00e3o, procurar o Reino de Deus exercendo fun\u00e7\u00f5es temporais e ordenando-as segundo Deus. Vivem no s\u00e9culo, isto \u00e9, em todos e em cada um dos of\u00edcios e trabalhos no mundo. Vivem nas condi\u00e7\u00f5es ordin\u00e1rias da vida familiar e social, pelas quais sua exist\u00eancia \u00e9 como que tecida. L\u00e1 s\u00e3o chamados por Deus para que, exercendo seu pr\u00f3prio of\u00edcio guiados pelo esp\u00edrito evang\u00e9lico, a modo de fermento, de dentro, contribuam para a santifica\u00e7\u00e3o do mundo. E assim manifestam Cristo aos outros, especialmente pelo testemunho de sua vida resplandecente em f\u00e9, esperan\u00e7a e caridade. A eles, portanto, cabe de maneira especial iluminar e ordenar de tal modo todas as coisas temporais, \u00e0s quais est\u00e3o intimamente unidos, que elas continuamente se fa\u00e7am e cres\u00e7am segundo Cristo, para louvor do Criador e Redentor (<em>LG<\/em> 31b).<\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esse texto afirma que \u00e9 espec\u00edfico dos leigos <em>iluminar<\/em> e <em>organizar<\/em> as coisas temporais, isto \u00e9, a realidade do mundo onde se encontram e vivem e onde devem viver como fermento na massa, a partir de dentro, tornando-se luz para as pessoas, uma luz que vem de Cristo e que resplandece em suas a\u00e7\u00f5es (<em>LG<\/em> 1). Assim, os leigos \u2013 homens e mulheres inseridos na sociedade \u2013 apresentam-se como testemunhas aut\u00eanticas do Evangelho e se comprometem com a causa do Reino, iluminando e organizando tudo ao seu redor, \u201cexercendo fun\u00e7\u00f5es temporais e ordenando-as segundo Deus\u201d (<em>LG<\/em> 31b). \u00a0Contudo, para se compreender a amplitude desta defini\u00e7\u00e3o em sua matriz teol\u00f3gica fundamental, faz-se necess\u00e1rio assimilar o projeto de Deus, que \u00e9 o que faz o Vaticano II em suas defini\u00e7\u00f5es (<em>LG<\/em> 1-5; <em>DV<\/em> 1-6; <em>AG<\/em> 1-5), e com ele o princ\u00edpio maior da nossa f\u00e9, que est\u00e1 pautada em um Deus que se tornou humano e que como humano assumiu toda a nossa condi\u00e7\u00e3o (<em>GS<\/em> 22), envolvendo-se na trama da nossa exist\u00eancia, fazendo com que as nossas esperan\u00e7as humanas se convertessem na grande esperan\u00e7a anunciada por ele, que era o Reino de Deus, boa nova para todos. Olhemos, ent\u00e3o, para Jesus de Nazar\u00e9.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Jesus de Nazar\u00e9, se ocupando das coisas de seu tempo, abriu-nos uma nova perspectiva de vida e por essa apresentou-nos um novo rosto de Deus, mais pr\u00f3ximo e mais livre, mais presente na nossa pr\u00f3pria realidade, que se mostrou importante para ele, j\u00e1 que a assumiu integralmente dando a vida por amor a n\u00f3s. Logo, a aten\u00e7\u00e3o do texto conciliar que aqui reproduzimos para apontar a voca\u00e7\u00e3o e miss\u00e3o dos leigos \u00e9 para fazer valer a presen\u00e7a da Igreja no mundo, de maneira concreta, disposta a apresentar ao mundo a proposta que a garante e que a fundamenta, que \u00e9 Cristo e seu Reino. Com base no texto conciliar da <em>LG<\/em> 31b percebemos que a Igreja pretende fazer isso de forma concreta pelos seus fi\u00e9is, por todos, mas aqui destaca este papel de modo especial aos leigos, que est\u00e3o inseridos na sociedade de maneira direta e ali oferecem um testemunho firme e verdadeiro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Isso n\u00e3o significa que a viv\u00eancia de f\u00e9 no mundo ser\u00e1 de modo invasivo, mas na pr\u00e1tica do servi\u00e7o, no fazer o bem, na <em>autenticidade<\/em> e na <em>coer\u00eancia<\/em> com o que diz crer e professar, como foi destacado pelo documento de Aparecida, em 2007 (DAp n.210). Tamb\u00e9m o Decreto <em>Apostolicam actuositatem <\/em>(<em>AA<\/em>), que trata do apostolado dos leigos, diz: \u201cTantas e t\u00e3o urgentes necessidades s\u00e3o sinal evidente da a\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito, que torna hoje os leigos cada vez mais ciosos de suas pr\u00f3prias responsabilidades e os incita a se colocarem a servi\u00e7o de Cristo e da Igreja\u201d (AA n.1c). Numa releitura e frente ao atual contexto, tamb\u00e9m em sua Exorta\u00e7\u00e3o Apost\u00f3lica <em>Christifideles Laici<\/em>, o papa Jo\u00e3o Paulo II diz: \u201cpor meio deles a Igreja de Cristo torna-se presente nos mais diversos setores do mundo, como sinal e fonte de esperan\u00e7a e de amor\u201d (JO\u00c3O PAULO II, 1989, n.7). E diz ainda: \u201c<em>N\u00e3o \u00e9 l\u00edcito a ningu\u00e9m ficar inativo<\/em>\u201d (JO\u00c3O PAULO II. 1989, n. 3 \u2013 grifos do autor). Se trouxermos ainda para um tempo mais presente, as acusa\u00e7\u00f5es e apontamentos pastorais que o papa Francisco coloca em sua Exorta\u00e7\u00e3o Apost\u00f3lica <em>Evangelii Gaudium<\/em> s\u00e3o ainda mais firmes, o que reclama o papel de uma Igreja \u2013 em especial aqui os leigos \u2013 em sa\u00edda e em rompimento com tudo o que possa atrapalhar a sua miss\u00e3o e verdadeira voca\u00e7\u00e3o: o an\u00fancio do Evangelho nos dias de hoje! (FRANCISCO, 2013, n.110-121). E sempre de modo dialogal, na coer\u00eancia entre f\u00e9 e vida, um verdadeiro e aut\u00eantico testemunho. Ainda nessa linha, vale destacar tamb\u00e9m que, na atualidade, o papa Francisco tem chamado muito a presen\u00e7a dos leigos, a sua valoriza\u00e7\u00e3o e uma presen\u00e7a mais forte dos jovens e das mulheres na Igreja. Por certo, tamb\u00e9m acusa a passividade, adquirida historicamente \u2013 por vezes sem culpa \u2013, mas chama a aten\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m para uma nova ousadia, para um avan\u00e7ar para rumos novos e novas descobertas eclesiais. Frisamos, aqui, a cria\u00e7\u00e3o do novo Dicast\u00e9rio sobre os Leigos, a Fam\u00edlia e a Vida, anunciado durante do S\u00ednodo dos Bispos em outubro de 2015.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outro ponto importante \u00e9 que os leigos s\u00e3o chamados \u00e0 voca\u00e7\u00e3o e miss\u00e3o como leigos. Eles n\u00e3o precisam ser outra coisa! Eles s\u00e3o leigos! Fazem parte do <em>La\u00f3s<\/em> (povo) de Deus e onde vivem oferecem o seu testemunho e as raz\u00f5es da sua esperan\u00e7a. Isso \u00e9 fundamental, ainda mais quando se v\u00ea na atualidade avan\u00e7os de clericalismos (FRANCISCO, 2013, n.102), j\u00e1 assinalados em v\u00e1rias ocasi\u00f5es e que n\u00e3o permitem que a Igreja possa dar uma resposta eficaz aos problemas atuais (cf. Confer\u00eancia de Santo Domingo n. 96), pois tentam restaurar uma imagem de Igreja que se sustent por si s\u00f3 e que se feche em si mesma, quase como uma fuga (KUZMA, 2009, p. 43-7) ou aliena\u00e7\u00e3o da realidade. \u201cDeus n\u00e3o muda a sua condi\u00e7\u00e3o, mas plenifica o seu estado, torna-os cheios de vida e gra\u00e7a no Esp\u00edrito. Assim, eles s\u00e3o verdadeiros adoradores e santificam o mundo com a pr\u00f3pria vida\u201d (KUZMA e SANTINON, 2014, p.137). E mais: \u201cOs leigos n\u00e3o s\u00e3o chamados a ser o que n\u00e3o s\u00e3o e a viverem onde n\u00e3o est\u00e3o, mas s\u00e3o chamados a viver plenamente o que s\u00e3o e a estar efetivamente onde j\u00e1 est\u00e3o, e dentro de sua vida, encontrar Deus e anunci\u00e1-lo aos outros\u201d (KUZMA e SANTINON, 2014, p.137). No percurso de suas vidas, eles \u201cpreparam o campo do mundo para melhor receber a semente da palavra divina e abrem as portas \u00e0 Igreja, para que atue como anunciadora da paz\u201d (<em>LG<\/em> 36c).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com toda a Igreja, os leigos s\u00e3o chamados para servir, e servem com a pr\u00f3pria vida, onde a experi\u00eancia com Cristo faz brotar um aut\u00eantico testemunho. Eis a sua voca\u00e7\u00e3o e a sua miss\u00e3o!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>4 Conclus\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Daquilo que o Conc\u00edlio Vaticano II definiu sobre os leigos na miss\u00e3o da Igreja, podemos extrair aqui pontos importantes: 1) o batismo os incorpora a Cristo e os constitui como membros do Povo de Deus, o que acentua um ponto importante na defini\u00e7\u00e3o de Igreja do Vaticano II (na <em>Lumen Gentium<\/em>); 2) eles se tornam part\u00edcipes do m\u00fanus sacerdotal, prof\u00e9tico e r\u00e9gio de Cristo, de onde recebem o mandato \u2013 de Cristo \u2013 para o testemunho no mundo e na Igreja daquilo que \u00e9 a raz\u00e3o de sua esperan\u00e7a. Ao modo de Cristo, um sujeito comum \u2013 <em>leigo<\/em> \u2013 de seu tempo, eles passam a oferecer a sua vida a Deus e aos irm\u00e3os pela pr\u00e1tica do Reino; eles s\u00e3o no mundo e na Igreja anunciadores da verdade e procuram governar, administrar e transformar tudo pela \u00f3tica do Reino de Deus; 3) assumem sua parte na miss\u00e3o: \u00e9 quando os leigos, homens e mulheres de f\u00e9, passam a servir no local onde se encontram, e a base que sustenta o seu servi\u00e7o \u00e9 a experi\u00eancia concreta e vivificante com Jesus de Nazar\u00e9. \u00c9 onde se encontra o trabalho no mundo secular, vivido especialmente, mas n\u00e3o exclusivamente, pois a Igreja \u00e9 mission\u00e1ria em sua totalidade e n\u00e3o em parte.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Conc\u00edlio deu passos importantes. \u00c9 importante, hoje, abrir-se ao Esp\u00edrito que o concebeu e dispor-se aos novos desafios que o mesmo Esp\u00edrito nos faz ver, sempre de modo aberto, sens\u00edvel e dialogal, na acolhida e na constru\u00e7\u00e3o de um Reino que necessita de todos n\u00f3s, pois todos n\u00f3s somos chamados \u00e0 Vinha do Senhor!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Cesar Kuzma, <\/em>PUC Rio. Texto original Portugu\u00eas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>5<\/strong> \u00a0<strong>Refer\u00eancias bibliogr\u00e1ficas<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0<\/strong>ALMEIDA, A. J. <em>Leigos em qu\u00ea? <\/em>Uma abordagem hist\u00f3rica. S\u00e3o Paulo: Paulinas, 2006.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">__________. <em>Apostolicam actuositatem: <\/em>texto e coment\u00e1rio. S\u00e3o Paulo: Paulinas, 2012.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">BINGEMER, M. C. L. <em>Identidade cr\u00edstica: <\/em>sobre a identidade, a voca\u00e7\u00e3o e a miss\u00e3o dos leigos. S\u00e3o Paulo: Loyola, 1998.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">__________. <em>Ser crist\u00e3o hoje. <\/em>S\u00e3o Paulo: Ave Maria, 2013.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">CONGAR, Y. <em>Os leigos na Igreja: <\/em>escal\u00f5es para uma teologia do laicato. S\u00e3o Paulo: Herder, 1966.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">FORTE, B. <em>A Igreja: <\/em>\u00edcone da Trindade. 2.ed. S\u00e3o Paulo: Loyola, 2005.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">FRANCISCO. <em>Evangelii Gaudium. <\/em>S\u00e3o Paulo: Loyola, 2013.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">JO\u00c3O PAULO II. <em>Christifideles Laici. <\/em>S\u00e3o Paulo: Paulinas, 1989.<\/p>\n<p>KASPER, W. <em>A Igreja Cat\u00f3lica: <\/em>ess\u00eancia, realidade, miss\u00e3o. S\u00e3o Leopoldo: Unisinos, 2012.<\/p>\n<p>KUZMA, C. <em>Leigos e leigas: <\/em>for\u00e7a e esperan\u00e7a da Igreja no mundo. S\u00e3o Paulo: Paulus, 2009.<\/p>\n<p>__________. Leigos. In: PASSOS, J. D.; SANCHEZ, W. L. (orgs). <em>Dicion\u00e1rio do Conc\u00edlio Vaticano II. <\/em>S\u00e3o Paulo: Paulinas, 2015, p.527-33.<\/p>\n<p>______; SANTINON, I. T. G. A teologia do laicato no Conc\u00edlio Vaticano II. In: PASSOS, J. D. (org.). <em>Sujeitos no mundo e na Igreja. <\/em>S\u00e3o Paulo: Paulus, 2014, p.123-44.<\/p>\n<p>SCHILLEBEECKX, E. A defini\u00e7\u00e3o tipol\u00f3gica do leigo crist\u00e3o conforme o Vaticano II. In: BARA\u00daNA, G. (dir.). <em>A Igreja do Vaticano II<\/em>. Petr\u00f3polis, RJ: Vozes, 1965.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sum\u00e1rio 1 Quest\u00f5es introdut\u00f3rias 2 Os leigos: sua identidade eclesial 3 Os leigos: sua voca\u00e7\u00e3o e miss\u00e3o 4 Conclus\u00e3o 5 Refer\u00eancias bibliogr\u00e1ficas 1 Quest\u00f5es introdut\u00f3rias O Conc\u00edlio Vaticano II definiu toda a Igreja como mission\u00e1ria. Nesta dimens\u00e3o do todo, evidencia-se de maneira mais forte e com um tom totalmente novo aqueles e aquelas que s\u00e3o [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[38],"tags":[],"class_list":["post-1385","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-teologia-e-pratica-crista"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/teologicalatinoamericana.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1385","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/teologicalatinoamericana.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/teologicalatinoamericana.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teologicalatinoamericana.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teologicalatinoamericana.com\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=1385"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/teologicalatinoamericana.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1385\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1386,"href":"https:\/\/teologicalatinoamericana.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1385\/revisions\/1386"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/teologicalatinoamericana.com\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=1385"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/teologicalatinoamericana.com\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=1385"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/teologicalatinoamericana.com\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=1385"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}